Beatriz & Maria Bar e Restaurante é inaugurado em São Paulo

Beatriz & Maria Bar e Restaurante é inaugurado em São Paulo

Empreendedores no ramo de restaurantes há quase sete anos, Débora Caethano da Silva e Mário Nunes de Sousa Jr. inauguram na Vila Madalena, em São Paulo (SP), o Beatriz & Maria, um misto de bar e restaurante que promete surpreender pela simplicidade, atendimento e gastronomia de primeira.

Segundo a empresária, o nome do restaurante é uma homenagem às duas filhas, porém, o toque feminino é uma marca permanente em seus investimentos, algo que pode ser conferido, inclusive, no cardápio da nova casa. “É uma escolha inconsciente e aleatória”, brinca, argumentando que nomes de mulheres passam uma sensação de força e delicadeza.

O ambiente é decorado com móveis rústicos, artesanatos e cestarias que valorizam a cultura brasileira. É o caso de um cavalo de madeira, no segundo andar, referência à Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, manifestação popular tradicional na cidade goiana.

“Temos várias ideias para tornar o ambiente mais agradável ao público, como promover exposições de obras de artistas da região”, comenta.

Quanto aos pratos, a cozinha do Beatriz & Maria, comandada pela chef Vanessa Miranda, oferece um cardápio cheio de requintes, unindo a riqueza da culinária brasileira às demais culturas, principalmente a gastronomia mediterrânea, reconhecida como um das mais saudáveis, pela diversidade de peixes, frutos do mar, ervas e temperos.

Tudo regado a muito azeite de oliva.

Gastronomia 

“Duas especialidades da casa expressam essa característica quase que na totalidade: o peixe grelhado ao molho de manteiga e ervas finas, que ainda leva pequenas fatias de banana da terra, e o nosso arroz de frutos do mar, feito com camarão, lula, tomates e ervilhas frescas, lombo e pimentão”, explica Miranda, que é graduada no conceituado curso de gastronomia do Senac de Águas de São Pedro (SP).

Débora e Mário ainda são sócios em outros três estabelecimentos. “Enxergo esse investimento como uma excelente oportunidade de negócio, pelo rápido retorno e o prazer em buscar a satisfação do público”, argumenta o empresário, que também é advogado e consultor de empresas.

No “espírito” da Vila

Além de proporcionar momentos de prazer à boa mesa, o Beatriz & Maria Bar e Restaurante também deseja resgatar o conceito de Happy Hour, apresentando “comidinhas de boteco” e uma pequena carta de bebidas, entre vinhos, cachaças, drinques e coquetéis tropicais. Entre os petiscos, destaque para o “Um, Dois, Feijão com Arroz”, que promete ser um dos mais pedidos.

Drinques e sucos sofisticados

Bebida tipicamente brasileira, no Beatriz & Maria a caipirinha ganha novas versões, com sabores um tanto quanto inusitados: banana, morango e canela; abacaxi com pimenta, uva verde e hortelã, entre outros.

Para o motorista da rodada, uma variedade de sucos com os mesmos padrões, entre eles estão: o “Capim Cítrico” (erva cidreira, água de coco e cupuaçu), o “Chão de Estrela” (cupuaçu, maracujá e limão) e o “Verde Delícia” (maçã verde, água de coco e suco de limão).

Cavalgada marca nova era do Cavalo Campolina

Cavalgada marca nova era do Cavalo Campolina

Tanto quanto um andamento nobre e confortável, os usuários do Cavalo Campolina prezam pela beleza racial. É uma característica importante, que diferencia a raça das demais e torna sua presença imponente, seja em uma cavalgada, um concurso de marcha ou uma atividade de lazer.

Um marco atual em sua história de quase um século e meio é o desejo dos criadores em moldar nela um cavalo completo.

E para celebrar este momento sublime, a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina (Campolina Marchador) promove de 4 a 6 de setembro, a “Cavalgada das Cavalgadas”, onde são esperados mais de 150 participantes.

O ponto de partida dessa grande congregação de criadores e usuários do Cavalo Campolina será a cidade de Tiradentes (MG). O destino é Entre Rios de Minas, onde nasceu a raça, cujo trajeto sempre passará pela Estrada Real e suas exuberantes paisagens.

O encontro ocorre em comemoração à Independência do Brasil, quando, na oportunidade, também será celebrada a Inconfidência Mineira, um dos primeiros movimentos de libertação no País.

Após a execução do Hino Nacional e o hasteamento das bandeiras de Minas Gerais, do Brasil e também do Cavalo Campolina, em frente à estátua do mártir da conjuração, Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes), todos visitarão o casarão do inconfidente Carlos Correio de Toledo (Padre Toledo), responsável pelas primeiras articulações contra a até então Capitania de Minas Gerais.

Na ocasião, o prefeito de Tiradentes, Ralph de Araújo Justino, será laureado com uma medalha que simboliza o apreço dos criadores pela riqueza cultural e histórica do município. Gastão de Oliveira Ribeiro Resende Filho, da Fazenda Palestina, falecido recentemente, será o grande homenageado nesta cavalgada.

Seus esforços na preservação da raça serão imortalizados neste encontro da Família Campolina com um gesto singelo, mas de valor sentimental imensurável.

Todos vestirão uma camiseta com seu nome quando estiverem próximos da cidade mineira. Em seguirão, visitarão a Palestina, sendo recepcionados pela família do criador. Em seguida, a comitiva segue para a região central do município para a celebração de uma grande missa campal.

Depois das bênçãos, o grupo vai se dirigir ao Hospital Cassiano Campolina, construído com parte da fortuna da Cassiano Antônio da Silva Campolina, patriarca da raça. Este legado deixado para a modernidade assiste, ainda hoje, a saúde 40 mil habitantes até hoje, mesmo recebendo pouco apoio financeiro.

Por fim, o grupo acompanhará a inauguração oficial da famosa escultura do Cavalo Campolina, que Entre Rios de Minas recebeu de presente da Campolina Marchador no ano passado. Essa obra imponente, esculpida pelo artista Plástico Zê Vasconcelos, repousa no trevo de acesso ao município e já é admirada por milhares de pessoas.

Foi entregue ao final da 33ª Semana Nacional do Cavalo Campolina, mas poucos campolinistas puderam prestigiar, pela quantidade de leilões, exposições e concursos de marcha que ocorriam naquele momento.

Pensando em uma solenidade à altura, a Campolina Marchador optou por realizar a inauguração oficial, com a presença da diretoria, dos representantes dos núcleos da raça espalhados pelo Brasil, criadores, usuários e outros admiradores do Cavalo Campolina.

E para que tudo saia como previsto, a organização ganhou reforço extra do Núcleo dos Criadores do Cavalo Campolina – Grande Belo Horizonte e do criador Nelson Grassi, do Haras Dona Flor, de Pará de Minas (MG).

Grassi possui grande experiência em cavalgadas e entende que são nelas que a funcionalidade do Cavalo Campolina deve se provar. “Com apenas dois cavalos já viajei até Aparecida do Norte, em São Paulo.

Um pela manhã e outro à tarde. O Cavalo Campolina não só aguenta como também adquire resistência nas cavalgadas. Estamos passando por uma transição de mercado importante e essa exposição da marcha Campolina se faz mais necessária do que nunca”, avalia Nelson.

Trechos da Estrada Real que foram decisivos à constituição da raça serão percorridos pela comitiva, como a Linha Férrea de Queluz, em Queluzito (MG), palco da lendária cavalhada organizada por Cassiano Campolina em homenagem ao Imperador Dom Pedro II, que resultou no início da seleção do Cavalo Campolina.

Segundo a lenda, desconsolado pela derrota, ele se dirigiu ao monarca prometendo-lhe uma possível revanche. Pensando nisso e também nas demandas existentes na época, passou a selecionar seu plantel por porte e andamento.

Informações Cavalgada Campolina

A inscrição para a “Cavalgada das Cavalgadas” custará R$ 250. Poderão participar cavalos e mulas de qualquer raça, mas apenas aqueles montados num Campolina ou mula Pêca (hibrido do jumento Pêga em égua Campolina) concorrerão a prêmios que serão sorteados. Um caminhão e três motos darão todo suporte necessário, além de um veterinário e um ferrageador. O pacote inclui ainda feno para os animais, lanches aos participantes e muita festa ao longo do caminho.

Cavalos poderão ser alugados com o criador Adriano Trindade, que se encarregará de entregá-los e retirá-los ao fim da cavalgada. O encerramento do evento será marcado com um show aberto para toda a população

Paradas

Um dia antes do início da cavalgada, 3 de setembro, todos se reunirão em uma grande confraternização na Pousada Maria Babosa, em Tiradentes, recepcionados pelo anfitrião Wellerson Cabral, diretor do Núcleo dos Criadores do Cavalo Campolina de Tiradentes.

A cavalgada continua no dia 4 de setembro, logo cedo, depois da solenidade que ocorrerá na praça do município. Quando completarem cerca de 33 quilômetros percorridos, os animais e cavaleiros pousarão no Rancho Dourado, em Lagoa Dourada (MG).

Essa propriedade pertence ao criador de asininos da raça do jumento Pêga, Vicente de Resende. O bisneto do Coronel Eduardo José Resende, fundador do Pêga, prepara uma grande recepção para a comitiva.

Na ocasião, apresentará alguns exemplares de sua seleção, inclusive, mulinhas PÊCA (jumento Pêga em égua Campolina), que, segundo ele, são muito valorizadas.

No dia 5 de setembro, o descanso será no Haras Capadócia, pertencente ao Dr. Luciano Henrique de Castro, na zona rural de Entre Rios de Minas. É um criatório de pequeno porte, baseado em algumas matrizes que trazem em suas linhas a genética de Desacato e Angelim, que se diferenciam pela beleza do Cavalo Campolina.

Na reprodução, faz uso de cobrições vitalícias de Astral do GDF, adquiridas no Haras de Atibainha, que imprime um andamento espetacular.

 

PROGRAMAÇÃO

 

3 de setembro – Encontro e confraternização na Pousada Maria Barbosa, em Tiradentes (MG)

4 de setembro – Solenidade em Tiradentes, início da cavalgada e parada no Rancho Dourado, de Vicente de Resende, em Lagoa Dourada (MG).

5 de setembro – Parada no Haras Capadócia, de Luciano Henrique de Castro, em Entre Rios de Minas (MG).

6 de setembro – Homenagem ao saudoso criador Gastão de Oliveira Ribeiro Resende Filho, Missa Campal em Entre Rios de Minas, visita ao Hospital Cassiano Campolina, inauguração da Escultura do Cavalo Campolina e encerramento com show aberto à população.

Saiba mais visitando o site www.campolina.org.br.

Maior evento da pecuária mundial surpreende o mercado

Maior evento da pecuária mundial surpreende o mercado

Realizada na cidade de Água Boa, a leste de Mato Grosso, no ultimo sábado, 20 de abril, a primeira etapa do Megaleilão 10.013 da Estância Bahia, maior evento da pecuária mundial, mobilizou toda cadeia produtiva da carne bovina.

Comercializou 33.509 bovinos de cria, recria e engorda, além de um lote especial de matrizes PO. Milhares de pessoas prestigiaram o evento, muitos dos quais comprando ou vendendo animais. “O mercado mais uma vez foi soberano, com preços condizentes com o cenário atual da pecuária de corte”, afirma Maurício Tonhá, presidente do Grupo Estância Bahia.

Em pouco mais de sete horas, 21.512 machos e 11.987 fêmeas foram negociadas em 131 lotes parelhos e de excelente qualidade. A etapa em Água Boa, a principal do circuito, gerou faturamento de R$ 29 milhões, registrando média geral de R$ 865,00.

Os machos atingiram melhor cotação, R$ 990,00/cada, e R$ 625,00 para as fêmeas. A oferta foi garantida por quase 50 fazendas em Água Boa, Nova Xavantina, Cocalinho, Barra do Garças, Gaúcha do Norte, Querença e Campinápolis, onde está a Fazenda dos Mineiros, que enviou 4.600 animais para o leilão.

“Pretendo migrar boa parte da minha propriedade para o cultivo de soja. Escolhi o megaleilão por permitir vender e comprar muitos animais de uma só vez”, diz o proprietário, o pecuarista José Lúcio Vieira. O destaque do Mega Leilão 10.013 foi um lote especial vendido pela própria Estância Bahia, com 1.013 animais – o maior em um leilão no Brasil – adquirido pelo empresário Kiko Quagliato, referência pecuária na região, dono da Fazenda Favorita, em Nova Crixás, em Goiás, que desembolsou R$ 1,1 milhão para ficar com os animais.

“Essa é a segunda vez que compro no megaleilão, um balizador de preço no mercado e referência na pecuária nacional”, acredita Quagliato, que foi o maior investidor do remate. O Governador do Estado do Mato Grosso, Silval Barbosa, prestigiou o evento e aproveitou para falar sobre a revitalização da BR 158 no trecho entre Ribeirão Cascalheira e Barra do Garças, além do projeto MT Integrado, que planeja levar o asfalto para municípios como  São José do Xingu, Santa Terezinha, Cocalinho, Araguaiana e Canabrava do Norte.

Também participaram outras autoridades, entre elas os secretários de Transporte e Pavimentação Urbana, Cinésio de Oliveira, e o de Acompanhamento de Logística, Francisco Vuolo; o deputado federal Wellington Fagundes e os deputados estaduais Baiano Filho e Zeca Viana.

No dia 18 de maio (sábado), a capital mato-grossense Cuiabá receberá a última etapa do circuito, reunindo, no mínimo, 10.013 animais de grandes confinadores do estado do Mato Grosso.

Reflexo da pecuária

O Megaleilão 1013 da Estância Bahia contou com grande participação de pecuaristas que investem fortemente na integração Lavoura X Pecuária, tendência muito forte em todo o Estado. O Grupo Safra S/A, que abriu o leilão com um lote de 250 animais, por exemplo, trabalha com uma pecuária de precisão e agora começa a experimentar a agricultura, colhendo soja na safra e milho na safrinha para somente depois colocar gado.

Outro grande projeto é o Grupo Itaquere, com sede em Primavera do Leste e várias propriedades espalhadas por várias partes do Mato Grosso. São reconhecidos produtores de grãos, pluma de algodão – sendo os maiores fornecedores de plumas da Bayer CropScience – e também grandes produtores de carne bovina, entre outras atividades.

Possuem 32 mil cabeças de gado, fazendo ciclo completo, além de contar com um rebanho PO, de onde saem as matrizes utilizadas na produção de carne. “Com a integração, colhemos a soja e plantamos o milho safrinha junto com o capim. Na época seca no ano, tiramos a vacada do pasto e levamos pra essas áreas para que mantenham o escore corporal e tenhamos melhor taxa de natalidade”, explica o diretor Edio Brunetta.

O grupo faz cruzamento industrial com Angus, desmamando bezerros com oito meses de idade, que são levados para o cocho e abatidos em pouco mais de um ano. Na recria do Nelore, o gado vai para o confinamento a partir dos 20 meses até atingirem 21 arrobas.

“No cruzamento industrial, os machos atingem 18@ e as fêmeas 14@. No Mega Leilão da Estância Bahia, compramos animais para engorda e recria, além de alguns machos para cria”,  complementa.

=> Cadastro e Lances: (66) 3468-6600 ou (65) 2121-6700

www.estanciabahia.com.br