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	<title>Arquivos Agrocria - Pec Press®</title>
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	<title>Arquivos Agrocria - Pec Press®</title>
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		<title>Aguarde a chuva estabilizar antes de semear pasto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 13:56:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Agrocria]]></category>
		<category><![CDATA[sementes de pastagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está chegando o momento de reformar pasto no Brasil Central e no Sudeste do País. Todo o cuidado é pouco nessa hora porque alguns erros fatais no plantio poderão comprometer seriamente os resultados na engorda dos bovinos e até mesmo na taxa de prenhez das matrizes durante a estação reprodutiva. Para obter sucesso no estabelecimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está chegando o momento de reformar pasto no Brasil Central e no Sudeste do País. Todo o cuidado é pouco nessa hora porque alguns erros fatais no plantio poderão comprometer seriamente os resultados na engorda dos bovinos e até mesmo na taxa de prenhez das matrizes durante a estação reprodutiva.</p>
<p>Para obter sucesso no estabelecimento das gramíneas, veja algumas dicas importantes fornecidas pelo médico-veterinário Marcelo Mitsuyoshi Fukuda, gerente técnico da unidade de beneficiamento de sementes da Agrocria Nutrição Animal, em Anápolis (GO).</p>
<p>Segundo o especialista, ao evitar alguns erros que vêm se tornando recorrentes, o produtor conseguirá diminuir a incidência de invasoras, terá plantas mais vigorosas e maior oferta de matéria seca para os animais a partir da primavera.</p>
<h2><strong>1 – Vistorie a área</strong></h2>
<p>Entre os aspectos a ser observados, defina o tamanho da área. Dessa forma, é possível estimar se o plano é compatível com os recursos financeiros, a mão de obra, as máquinas, os equipamentos e os implementos disponíveis, para que, assim, o estabelecimento seja feito na época preferencial de semeio.</p>
<p>Aspectos relacionados ao solo também são importantes. Grau de drenagem, cor, textura, profundidade efetiva, pedregosidade e uniformidade são elementos que devem ser analisados, pois indicam a aptidão agrícola da área para o estabelecimento da pastagem.</p>
<p>Informações colhidas com o tempo sobre uma cultura anteriormente estabelecida e a produtividade obtida, se houve ou não emprego de fertilizantes, corretivos e outros produtos químicos também norteiam a decisão sobre qual material forrageiro plantar e seu potencial produtivo.</p>
<h2><strong>2 – Defina o objetivo da pastagem</strong></h2>
<p>Será para pastejo contínuo, rotacionado, confecção de silagem, feno ou capineira? Além disso, é importante se atentar à espécie animal, idade e sexo; o ciclo de produção, se é cria, recria ou engorda; bem como a produtividade esperada. Cada um destes fatores requer um planejamento diferente para a pastagem.</p>
<h2><strong>3 – Faça análise de solo</strong></h2>
<p>Esta é uma ferramenta básica para recomendações de calagem e adubação. Para o sucesso da atividade, deve-se seguir, criteriosamente, três passos igualmente fundamentais. O primeiro refere-se à coleta da amostra de solo, que, se não realizada corretamente, vai comprometer os passos seguintes.</p>
<p>O segundo passo diz respeito à escolha do laboratório ao qual será confiada, uma vez que erros na interpretação podem ser fatais. O terceiro e último passo é atribuir ao engenheiro agrônomo e/ou do técnico em agropecuária a interpretação dos resultados.</p>
<p>Junto à outra ferramenta básica, a “Recomendação para uso de corretivos e fertilizantes”, se obterá uma indicação de acordo com as condições do solo e também das exigências nutricionais da cultura que se deseja implantar.</p>
<h2><strong>4 – Escolha material forrageiro adequado à sua realidade</strong></h2>
<p>“Ao contrário do senso comum, não há a melhor forragem. O que existe é um material forrageiro mais adequado que outro, em uma determinada situação”, alerta Fukuda. Obviamente, há espécies que, por suas características, se adaptam a uma gama maior de situações, sendo mais adotadas.</p>
<p>É desejável que a área de pastagem seja composta pelo maior número de variedades possíveis, evitando assim, possíveis impactos negativos oriundos do monocultivo, como o aparecimento de pragas ou doenças, por exemplo.</p>
<h2><strong>5 – Prepare o solo corretamente</strong></h2>
<p>Entre os objetivos dessa operação estão controlar vegetação existente e indesejada, incorporar corretivos e fertilizantes ao solo, além de melhorar as condições para germinação das sementes e estabelecimento das plantas.</p>
<p>Entretanto, em algumas situações, não há necessidade do preparo do solo, destacando-se aqui uma situação cada vez mais comum, de integrar lavouras anuais com produção animal, em áreas de semeadura direta na palha.</p>
<p>Os implementos a serem usados e a quantidade de operações para o preparo do solo, variam bastante conforme a situação.  O solo, antes do semeio, deve estar o mais nivelado possível e com o mínimo de torrões. “Isso melhora muito a germinação das sementes e o desenvolvimento do capim”, observa Fukuda.</p>
<p>Geralmente, se consegue este resultado com uma a três operações com grade niveladora. Para melhorar o resultado, uma estratégia que pode ser adotada é usar um tronco ou pedaço de madeira (plaina) atrelado à grade niveladora.</p>
<h2><strong>6 – Cuidado na semeadura</strong></h2>
<p>O primeiro ponto que deve ser observado é a qualidade das sementes. A germinação e a pureza física são fatores que determinam, em grande parte, a qualidade de um lote de sementes.</p>
<p>Para as regiões Centro- Oeste e Sudeste, a época de semeadura deve coincidir com o início das chuvas, pois, geralmente, nessa época há boas condições de temperatura e umidade à germinação e posterior desenvolvimento da plântula. Importante que seja no momento de regularidade.</p>
<p>As sementes dos materiais forrageiros diferem em forma e tamanho. As de tamanho maior podem ser plantadas mais profundas e sua distribuição pode ocorrer de duas formas: em linha ou a lanço.</p>
<p>De modo geral, onde a produção animal é a principal atividade, a segunda opção é mais indicada, por permitir uma melhor distribuição, ocupando de forma mais racional e equilibrada a superfície do solo.</p>
<p>A quantidade de semente por área é outro fator primordial para o sucesso do semeio. Fique atento ao valor cultural, ele indica a quantidade existente de sementes puras e aptas a germinar. Quanto maior melhor.</p>
<h2><strong>Sementes Agrocria</strong></h2>
<p>Essas dicas foram extraídas da grade técnica dos <em>shows rooms</em> realizados pela Agrocria em diversas propriedades pelo Brasil. A empresa atua no mercado de sementes forrageiras há 21 anos e a unidade de beneficiamento fica em Anápolis (GO), além de contar com laboratório próprio de análise de qualidade certificado pelo Ministério da Agricultura.</p>
<p>Após saltos consecutivos de produtividade, a Agrocria encerrou o ano de 2020 com 850 mil toneladas de sementes comercializadas. A meta de curto prazo é superar 1.000 toneladas. O portfólio compreende 14 cultivares das espécies <em>Brachiaria</em>, <em>Panicum</em> e <em>Andropogon</em>, além de uma linha pioneira de sementes revestidas e polimerizadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1zGXw_lfBzTS6FwMEojkEuua3Fr94ECyD?usp=sharing">Baixe as fotos aqui</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Consulte a linha completa de produtos em <a href="https://www.agrocria.com.br/produtos/sementes">https://www.agrocria.com.br/produtos/sementes</a>.</li>
</ul>
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		<title>Engordin Grão Inteiro atinge 2 milhões de cabeças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jul 2021 19:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Agrocria]]></category>
		<category><![CDATA[Engordin Grão Inteiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oitenta por cento da carne bovina produzida em nosso País são consumidos pelos próprios brasileiros e apenas no primeiro semestre de 2021 mais de 875 mil toneladas foram exportadas. Tal volume tem pressionado os pecuaristas a buscarem cada vez mais eficiência dentro da porteira. E uma das tecnologias que mais vem fazendo sucesso entre os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Oitenta por cento da carne bovina produzida em nosso País são consumidos pelos próprios brasileiros e apenas no primeiro semestre de 2021 mais de 875 mil toneladas foram exportadas. Tal volume tem pressionado os pecuaristas a buscarem cada vez mais eficiência dentro da porteira.</p>
<p>E uma das tecnologias que mais vem fazendo sucesso entre os criadores de gado é um suplemento chamado Engordin Grão Inteiro. O produto atingiu recentemente a marca de 2.000.000 de cabeças tratadas, que, segundo informações da Agrocria Nutrição Animal e Sementes, foi um recorde possível graças ao pioneirismo da dieta de alto grão no Brasil.</p>
<p>Sucesso nos Estados Unidos e na Europa desde a década de 1970, a técnica de fornecimento de grãos inteiros de milho (ou alto grão) no confinamento de bovinos de corte já era estudada por aqui em 1990, mas uma parceria entre a Agrocria e a Universidade Federal de Goiás (UFG) permitiu popularizá-la entre os confinadores, a partir de 2009.</p>
<p>“Nós desenvolvemos uma dieta que já existia no exterior, porém, com muito pouco uso. Fizemos uma releitura, em parceria com uma universidade federal, e a adaptamos à realidade brasileira, com nosso milho tropical, que é mais duro”, lembra Ricardo Scartezini, médico-veterinário e sócio-proprietário da Agrocria. As pesquisas tiveram duração de quatro anos.</p>
<p>Para efeito comparativo, em média, um bovino alimentado a pasto é abatido com até 20@ de peso aos 36 meses de idade nem sempre com o acabamento de carcaça desejado, já aquele confinado com alto grão associado ao Engordin Grão Inteiro pode ser enviado para o frigorífico antes dos 24 meses com premiação da indústria por qualidade de carne.</p>
<p>Como resultado, aumenta-se o giro de animais dentro do confinamento ou semiconfinamento. Também promove-se um resultado zootécnico superior, pois a dieta de alto grão propicia maior rendimento de carcaça e ganho em peso diário, principalmente durante o período seco do ano, quando as pastagens possuem baixos níveis nutricionais para os animais.</p>
<p>“Com essa ferramenta maravilhosa, quando o pecuarista tem um momento como esse de hoje, em que a arroba do boi gordo supera os R$ 300,00, e tem gado magro na fazenda, mesmo sem ter pasto suficiente, pois isso é natural da estação seca, ele consegue confinar gado com alto desempenho sem depender de qualquer maquinário especializado. Ele utiliza somente a mão de obra já existente na fazenda”, explica Scartezini.</p>
<p>De acordo com o médico-veterinário, mesmo num momento em que a principal fonte de proteína da alimentação do gado confinado – a soja – e a fonte de energia mais utilizada do momento – o milho – estejam com preços elevados, é possível realizar a operação com rentabilidade.</p>
<p>“A utilização de Engordin Grão Inteiro varia conforme o mercado de milho e no seu melhor ano chegou, sozinho, a comercializar 14 mil toneladas de suplementos. Hoje, é possível obter uma margem de lucro de 9% nos 3 meses de confinamento, um resultado ótimo comparado aos dois últimos anos”, informa o também médico-veterinário Flávio Castro, diretor de Operações da Agrocria e criador da tecnologia.</p>
<h2><strong>Engordin Grão Inteiro evolui para linha de produtos</strong></h2>
<p>O Engordin Grão Inteiro é um alimento concentrado em proteínas, minerais, vitaminas e contém os aditivos Fator Next, que estimula o maior consumo de matérias seca, e Fator Máxima Conversão (MC), responsável por otimizar os índices zootécnicos dos animais.</p>
<p>Doze anos depois de seu lançamento, a marca evoluiu para uma completa linha composta por dez produtos destinados a diversas associações nas dietas de confinamento e semiconfinamento. A tecnologia é bem simples de ser utilizada, bastando ao produtor oferecer 15% de Engordin Grão Inteiro e 85% de milho.</p>
<p>Mas antes de fornecer a dieta total é necessário fazer uma adaptação de 15 a 21 dias. Tamanho é o sucesso que Engordin Grão Inteiro passou a ser utilizado também por produtores de leite no abate de machos. Esta categoria animal é abatida com peso mais leve, entre nove e 12@, mas o suficiente para gerar lucro de 3,23% ao mês durante os quase 90 dias de confinamento.</p>
<p>Esses foram os resultados obtidos pela Fazenda Boa Esperança, onde 18 animais com peso médio de 189 kg apresentaram 275 kg depois de 84 dias no protocolo. O custo por animal ficou em R$ 2.524,00 enquanto a média de venda atingiu R$ 2.752,00.</p>
<p>Ou seja, a propriedade lucrou R$ 228,00/cabeça na operação (9%). Esses números foram apresentados durante Show Room Virtual da Agrocria. Veja na íntegra <a href="https://www.youtube.com/watch?v=0zEFp9WCgOA">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Projeto Macho Leiteiro gera lucro para produtor</title>
		<link>https://pecpress.com.br/projeto-macho-leiteiro-gera-lucro-para-produtor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 19:14:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Agrocria]]></category>
		<category><![CDATA[projeto macho leiteiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser produtor de leite no Brasil é disputar uma queda de braço frequente com os custos de produção. Obter renda extra foi a solução encontrada pelos participantes do Projeto Macho Leiteiro para lidar com as constantes oscilações negativas na margem de lucro. Criado pela Agrocria Nutrição Animal e Sementes, a iniciativa consiste na engorda dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser produtor de leite no Brasil é disputar uma queda de braço frequente com os custos de produção. Obter renda extra foi a solução encontrada pelos participantes do Projeto Macho Leiteiro para lidar com as constantes oscilações negativas na margem de lucro. Criado pela Agrocria Nutrição Animal e Sementes, a iniciativa consiste na engorda dos machos para abate.</p>
<p>Normalmente, esta categoria é descartada logo após o nascimento nas fazendas leiteiras ou vendida por um valor “simbólico” de R$ 30,00, mas a empresa desenvolveu um protocolo nutricional que ajuda o produtor lucrar até 26 vezes mais com o mesmo animal.</p>
<p>“Quando um produtor apenas descarta o animal está perdendo muito dinheiro. Ao fazer a engorda de forma profissional, ele pode lucrar R$ 800,00 ou mais por cabeça abatida”, informa Flávio Henrique Vidal Azevedo, supervisor Técnico Comercial da Agrocria em Goiás. Importante ressaltar que se trata de lucro, não faturamento.</p>
<p>Em 2021, a cotação da arroba da vaca gorda tem orbitado os R$ 290,00 e como os animais participantes do projeto são abatidos com uma média de 12@, o faturamento chega R$ 3.480,00 por animal. Animais com menos de 15@ são comercializados com o valor de vaca e não de boi gordo. Já o custo de produção, dentro do protocolo, é de, aproximadamente, R$ 2.800,00 por cabeça.</p>
<p>Ou seja, o pecuarista tem lucro de 27% na operação, usando a mesma estrutura e mão de obra disponíveis na fazenda. Mas, segundo Flávio Henrique, os ganhos podem variar, pois alguns produtores tornaram-se também confinadores, recriando gado leiteiro magro no cocho.</p>
<p>“Nesta modalidade, o produtor de leite lucra de R$ 500,00 a R$ 1.000 por cabeça, dependo do valor pago na compra do animal”, estima o supervisor Técnico Comercial da Agrocria. Hoje, os produtores desembolsam entre R$ 800,00 e R$ 1.300,00 no bezerro leiteiro.</p>
<h2><strong>Desempenho no frigorífico</strong></h2>
<p>Diferentemente do que se imagina, gado leiteiro também pode apresentar bom retorno no gancho, basta fornecer nutrição adequada. Mesmo quando se trata de um animal com 100% de sangue europeu, como é o caso das raças Holandês, Jersey e Pardo-Suíço, os resultados impressionam.</p>
<p>“Quando esses animais são terminados da forma convencional, a pasto, a qualidade e o rendimento de carcaça ficam muito aquém do desejado. Podem até gerar penalizações no frigorífico. Porém, com o uso de uma dieta altamente energética, revertemos a situação”, explica Flávio Henrique.</p>
<p>De acordo com ele, o protocolo nutricional estabelecido no Projeto Macho Leiteiro resulta em carcaças com 3mm de acabamento – se for um macho castrado – e rendimento de carcaça de até 53%. “Os melhores resultados aparecem nos bezerros de ano, que são terminados com peso de 12@”, ressalta.</p>
<h2><strong>Como funciona o Projeto Macho Leiteiro?</strong></h2>
<p>A tecnologia é bem simples, basta o produtor fechar uma baia ou curral de 15 m² considerando um espaçamento de 40 a 50 cm por cabeça no cocho e fornecer a dieta de alto grão balanceada com o suplemento Engordin na proporção de 15% produto e 85% grão.</p>
<p>Mas antes de fornecer a dieta total é necessário fazer uma adaptação de 15 a 21 dias. O Projeto Macho Leiteiro foi criado em 2009 por um dos fundadores da Agrocria, o médico-veterinário Ricardo Scartezini, quando foi lançada, de forma pioneira, a linha Engordin, pois a dieta de alto grão ainda não havia sido adaptada para a pecuária brasileira.</p>
<p>Engordin é um concentrado proteico, mineral e vitamínico para preparo de ração com milho grão inteiro para bovinos de corte mantidos a pasto ou em sistema confinamento. “Mesmo quem compra bezerros leiteiros de terceiros consegue uma rentabilidade acima de qualquer investimento bancário atrelado à taxa Selic nos dias de hoje”, compara o supervisor da Agrocria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Saiba mais em <a href="http://www.agrocria.com.br">agrocria.com.br</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Você também pode pesquisar mais <a href="https://pecpress.com.br/?s=agro+cria" target="_blank" rel="noopener">notícias da empresa aqui</a>.</li>
</ul>
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			</item>
		<item>
		<title>Agrocria cresce 20% em 2020</title>
		<link>https://pecpress.com.br/agrocria-cresce-20-em-2020/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 May 2021 21:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Agrocria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agrocria Nutrição Animal e Sementes, que possui plantas nas cidades de Anápolis (GO) e Cuiabá (MT), produziu 60 mil toneladas de suplementos minerais, proteicos e energéticos, além de sementes para pastagem, no ano passado. Volume este responsável por um faturamento de R$ 130 milhões, com crescimento de 20% em comparação a 2019. Nos cinco [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agrocria Nutrição Animal e Sementes, que possui plantas nas cidades de Anápolis (GO) e Cuiabá (MT), produziu 60 mil toneladas de suplementos minerais, proteicos e energéticos, além de sementes para pastagem, no ano passado.</p>
<p>Volume este responsável por um faturamento de R$ 130 milhões, com crescimento de 20% em comparação a 2019. Nos cinco anos anteriores, a empresa vinha registrando saltos consecutivos de 10%, em média.</p>
<p>Com o resultado, a Agrocria figura entre as doze maiores empresas de nutrição de ruminantes do Brasil, segundo Flávio Castro, diretor de Operações da empresa e conselheiro na Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (ASBRAM).</p>
<p>Nestas quatro décadas, a companhia passou por intensa transformação. Iniciou como varejista em 1980, sendo, por muito tempo, a título de curiosidade, a maior vendedora de Cydectin, arames trefilados Belgo, Plenum e Padron do País, passando a trabalhar apenas com produtos de marca própria na nutrição de ruminantes, em 1985, e sementes de pastagens, a partir de 2000.</p>
<blockquote><p>“Encerrar a revenda foi uma decisão difícil na época porque ela representava 50% do nosso faturamento, mas estávamos decididos em agregar valor aos nossos próprios produtos e também levar orientação técnica qualificada aos pecuaristas”, explica o sócio-fundador da Agrocria, Gilson Lemos.</p></blockquote>
<p>Talvez, a mudança mais impactante tenha acontecido em 2017, quando os dois acionistas e fundadores, os médicos-veterinários Gilson Lemos e Ricardo Scartezini, decidiram reformular totalmente os processos na empresa.</p>
<p>Para tanto, contaram com apoio da Fundação Dom Cabral. A consultoria imprimiu novo ritmo de gestão e traçou metas sólidas de crescimento sustentável para as duas fábricas.</p>
<p>“Hoje, nós possuímos 65 produtos, alguns deles referência no mercado onde atuam, e devemos contar com mais lançamentos em breve. A meta é trabalhar com nossa capacidade máxima até 2023”, prevê o diretor de Operações da Agrocria.</p>
<p>A planta localizada em Anápolis (GO), onde também são processadas as sementes de pastagem, tem capacidade produtiva de 60 mil toneladas por ano e a unidade baseada na capital mato-grossense chega a 30 mil toneladas/ano.</p>
<p>Todos os departamentos passaram por mudanças significativas, inclusive na forma de fechar vendas. A negociação envolve não só o cliente, mas também sua família, além de apresentar a ele uma perspectiva de ROI para cada produto de interesse.</p>
<h2><strong>Agrocria foca nos Resultados</strong></h2>
<p>O investimento em Pesquisa &amp; Desenvolvimento sempre esteve no DNA dos fundadores da Agrocria, sendo reforçada pelo Conselho de Administração atual. Qualquer produto é lançado somente após comprovação científica.</p>
<p>Este trabalho é feito em parceria com cinco universidades federais dos estados de Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás. Desta iniciativa nasceu a linha Engordin, uma referência quando o assunto é confinamento de bovinos.</p>
<p>“A dieta de grão inteiro já existia no exterior, porém, com pouco uso. Durante quatro anos, fizemos uma releitura deste modelo em parceria com uma universidade federal e adaptamos à nossa realidade. Hoje, ele é sucesso de vendas”, lembra Ricardo Scartezini, que ainda se impressiona com o amadurecimento do mercado de nutrição animal brasileiro.</p>
<p>O Engordin já otimizou o ganho em peso de 2 milhões de cabeças bovinas. Juntam-se a ele as linhas Mineral Maior, Protene e Conversor. Essa última é a antiga Converte, ela ganhou novo nome em resposta às estratégias de mercado definidas. A Agrocria atua nos mercados de bovinos, ovinos, equinos e sementes forrageiras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Mais informações sobre a Agrocria podem ser consultadas em <a href="http://www.agrocria.com.br">agrocria.com.br</a></li>
</ul>
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