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	<title>Arquivos Carne bovina - Pec Press®</title>
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	<title>Arquivos Carne bovina - Pec Press®</title>
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		<title>Pesquisa da USP ratifica benefícios da carne bovina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 09:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Angus]]></category>
		<category><![CDATA[Carne bovina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desenvolvimento econômico vivido pelo Brasil nas últimas décadas tem levado um crescente número de consumidores a investir mais na qualidade dos alimentos postos à mesa, especialmente a carne bovina. No caso da carne de boi, essa melhor qualidade é caracterizada por um teor de gordura mais caprichado nos cortes de maior valor agregado. Ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O desenvolvimento econômico vivido pelo Brasil nas últimas décadas tem levado um crescente número de consumidores a investir mais na qualidade dos alimentos postos à mesa, especialmente a carne bovina.</p>
<p>No caso da carne de boi, essa melhor qualidade é caracterizada por um teor de gordura mais caprichado nos cortes de maior valor agregado.</p>
<p>Ela confere sabor, suculência e até mesmo responde por parte da maciez, ainda muito influenciada pela idade em que o animal é abatido. Quanto mais jovem, mais macia será a carne.</p>
<p>O problema é que a elevada quantidade de gordura vista nestes cortes especiais, em geral, é condenada pelos médicos e a sociedade por lhe atribuírem, principalmente, a responsabilidade da ocorrência de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Um boi destinado a atender o mercado <em>gourmet</em> acumula facilmente de 6 a 10 mm de gordura subcutânea (aquela que envolve a carne) e seus cortes podem reunir até 6% de marmoreio, nome dado àquela gordura existente entre as fibras que derrete ao calor e confere mais sabor e suculência.</p>
<p>É neste ponto que uma pesquisa realizada no campus de Pirassununga da Universidade de São Paulo pode contribuir para retirar a carne bovina do patamar de vilã da alimentação moderna.</p>
<p>Autora do experimento, a médica-veterinária, mestre em Ciência Animal e doutoranda em Zootecnia, Lenise Freitas Mueller da Silveira, identificou que a carne de novilhas filhas do cruzamento entre bovinos Angus e Nelore possui propriedades benéficas à saúde.</p>
<p>A fêmea resultante desse cruzamento, que no segmento pecuário é chamada de F1, é a mais utilizada pela indústria, a exemplo da VPJ Alimentos, de Pirassununga (SP), para abastecer o mercado nacional de carne bovina Premium.</p>
<p>Isso ocorre porque gera menos custos de produção à fazenda, acumula gordura corporal facilmente e pode ser abatida ainda muito jovem, em alguns casos excepcionais o animal é encaminhado ao frigorífico já aos 16 meses de idade.</p>
<p>“A gente tem de desmitificar algumas coisas. O fato de consumir uma carne bovina nobre, com deposição de gordura satisfatória, não implica em prejuízos à saúde”, observa a médica-veterinária.</p>
<p>Ao comparar a qualidade de carne de 176 bovinos abatidos aos 20 meses de idade, divididos em quatro grupos contemporâneos, formados por machos não castrados, machos castrados, machos imunocastrados – através de uma vacina específica – e novilhas, Lenise observou que o perfil lipídico das fêmeas jovens F1 é favorável à saúde dos consumidores, por apresentar maior deposição de ácido oleico e CLA.</p>
<p>Oleico é um ácido graxo monoinsaturado responsável pela redução dos níveis de colesterol sanguíneo e o ácido linoleico conjugado (CLA), também um ácido graxo, mas poli-insaturado, produzido apenas por animais ruminantes como os bovinos, é capaz de reduzir carcinogênese e aterosclerose, diminuir a massa lipídica corporal, além de prevenir diabetes e aumentar o desenvolvimento muscular.</p>
<p>“Além disso, a carne de novilhas F1 apresentou uma menor relação entre ômega 6 e ômega 3, cuja recomendação médica é de 4:1. A alta ingestão de ômega 6 é associada ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares, câncer e distúrbios anti-inflamatórios”, explica a pesquisadora.</p>
<h2>Carne Bovina possui Ômega 3</h2>
<p>No experimento, as novilhas apresentaram uma relação de 3:1, a mais baixa entre os grupos estudados. Vale ressaltar que os animais utilizados na pesquisa foram confinados por 190 dias, 70 a mais que o ideal.</p>
<p>Isso foi necessário para que o grupo dos machos não castrados também atingisse o acabamento de carcaça apropriado, nome dado à deposição subcutânea de gordura, na qual a medida desejada é entre 3mm e 6mm, para que a carne não sofra choque térmico após resfriamento no frigorífico.</p>
<p>Devido ao tempo de cocho prolongado, as novilhas da pesquisa registraram 16mm, ou seja, mesmo com acúmulo exagerado de lipídios ela se manteve saudável. Veja os dados na tabela.</p>
<h2>Gordura do bem</h2>
<p>“Em termos de qualidade de carne, pensando em boa deposição de gordura e em um produto que não prejudique a saúde das pessoas que a consomem, o uso de fêmeas jovens provenientes do cruzamento entre Angus e Nelore é mais indicado”, conclui Lenise, que ainda lembra dos demais nutrientes presentes na carne bovina. Ela contém a maior fonte de ferro entre os alimentos, mais que o feijão.</p>
<p>A descoberta é tamanha que a VPJ Alimentos, detentora de marcas próprias de cortes bovinos, suínos, cordeiro e frangos caipiras, decidiu permanecer abatendo, em sua maioria, fêmeas jovens com aquela composição sanguínea.</p>
<p>É deste trabalho que nasceu a tese de mestrado defendida por Lenise. Os resultados foram apresentados em congressos internacionais no Brasil e nos Estados Unidos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Perfil de ácidos graxos no músculo <em>Longissimus</em> (contrafilé) de bovinos Angus x Nelore, em função da condição sexual</strong></p>
<table style="height: 678px;" width="658">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 191px;" rowspan="2">Ácido graxo (%)<sup>1</sup></td>
<td style="width: 504px;" colspan="4"><strong>Condição Sexual</strong></td>
<td style="width: 73px;"><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 105px;"><strong>Inteiro</strong></td>
<td style="width: 120px;"><strong>Castrado</strong></td>
<td style="width: 137px;"><strong>Imunocastrado</strong></td>
<td style="width: 109px;"><strong>Fêmea</strong></td>
<td style="width: 73px;"><strong><em>P </em></strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>AGS</strong></td>
<td style="width: 105px;">44,92</td>
<td style="width: 120px;">44,44</td>
<td style="width: 137px;">45,14</td>
<td style="width: 109px;">44,63</td>
<td style="width: 73px;">0,6486</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>AGMI</strong></td>
<td style="width: 105px;">41,56<sup>c</sup></td>
<td style="width: 120px;">44,21<sup>b</sup></td>
<td style="width: 137px;">43,95<sup>b</sup></td>
<td style="width: 109px;"><strong>45,77</strong><strong><sup>a</sup></strong></td>
<td style="width: 73px;">&lt;.0001</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>C16:1 cis 9 Palmitoleico</strong></td>
<td style="width: 105px;">2,02<sup>c</sup></td>
<td style="width: 120px;">3,08<sup>a</sup></td>
<td style="width: 137px;">2,55<sup>b</sup></td>
<td style="width: 109px;"><strong>2,94<sup>a</sup></strong></td>
<td style="width: 73px;">&lt;.0001</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>C18:1 n9c Oleico</strong></td>
<td style="width: 105px;">31,12<sup>c</sup></td>
<td style="width: 120px;">35,31<sup>ab</sup></td>
<td style="width: 137px;">34,25<sup>b</sup></td>
<td style="width: 109px;"><strong>35,65<sup>a</sup></strong></td>
<td style="width: 73px;">&lt;.0001</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>AGPI</strong></td>
<td style="width: 105px;">9,76<sup>a</sup></td>
<td style="width: 120px;">7,57<sup>b</sup></td>
<td style="width: 137px;">7,30<sup>b</sup></td>
<td style="width: 109px;">6,49<sup>b</sup></td>
<td style="width: 73px;">0,0001</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>CLA cis 9 trans 11</strong></td>
<td style="width: 105px;">0,30<sup>b</sup></td>
<td style="width: 120px;">0,30<sup>b</sup></td>
<td style="width: 137px;">0,36<sup>b</sup></td>
<td style="width: 109px;"><strong>0,42</strong><strong><sup>a</sup></strong></td>
<td style="width: 73px;">0,0006</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>Total n3</strong></td>
<td style="width: 105px;">1,93</td>
<td style="width: 120px;">1,77</td>
<td style="width: 137px;">1,55</td>
<td style="width: 109px;">1,64</td>
<td style="width: 73px;">0,1611</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>Total n6</strong></td>
<td style="width: 105px;">8,36<sup>a</sup></td>
<td style="width: 120px;">5,59<sup>b</sup></td>
<td style="width: 137px;">5,47<sup>b</sup></td>
<td style="width: 109px;"><strong>4,84</strong><strong><sup>b</sup></strong></td>
<td style="width: 73px;">&lt;.0001</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 191px;"><strong>Relação n6/n3</strong></td>
<td style="width: 105px;">4,83<sup>a</sup></td>
<td style="width: 120px;">3,35<sup>bc</sup></td>
<td style="width: 137px;">3,69<sup>b</sup></td>
<td style="width: 109px;"><strong>3,05<sup>c</sup></strong></td>
<td style="width: 73px;">&lt;.0001</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: 8pt;">Médias seguidas de letras diferentes na mesma linha indicam que houve diferença estatística pelo Teste de Tukey (P&lt;0,01).</span></p>
<p><span style="font-size: 8pt;"><sup>1</sup>AGS: ácidos graxos saturados; AGMI: ácidos graxos monoinsaturados; AGPI: ácidos graxos poli-insaturados; CLA: ácido linoleico conjugado; n3: ômega 3; n6: ômega 6.</span></p>
<p>MAIS INFORMAÇÕES: <a href="http://www.vpjalimentos.com.br">www.vpjalimentos.com.br</a></p>
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