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	<title>Arquivos Oro Agri - Pec Press®</title>
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	<title>Arquivos Oro Agri - Pec Press®</title>
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	<item>
		<title>Primeiro biofertilizante registrado no Brasil bate a marca de 20 milhões de hectares</title>
		<link>https://pecpress.com.br/primeiro-biofertilizante-registrado-no-brasil-bate-a-marca-de-20-milhoes-de-hectares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:35:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
		<category><![CDATA[Rovensa Next]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o corpo de pesquisa da atual Rovensa Next concebeu o Vorax, em 2013, ainda não se sabia do verdadeiro potencial do mercado de produtos biológicos. Passados 11 anos, o primeiro, e mais reconhecido, biofertilizante registrado no Brasil é sucesso de vendas até mesmo na Europa, e em mais de 20 países, atingindo a marca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o corpo de pesquisa da atual Rovensa Next concebeu o Vorax, em 2013, ainda não se sabia do verdadeiro potencial do mercado de produtos biológicos. Passados 11 anos, o primeiro, e mais reconhecido, biofertilizante registrado no Brasil é sucesso de vendas até mesmo na Europa, e em mais de 20 países, atingindo a marca de 20 milhões de hectares tratados.</p>
<p>A princípio, o produto criado 100% com tecnologia nacional tinha sido desenvolvido para servir de base de aminoácidos a fertilizantes, matéria-prima antes extraída de subprodutos da indústria alimentícia. Porém, os sucessivos aumentos de produtividade registrados, na casa de cinco, dez, 15, 20% ou mais, em diversas culturas, passaram a intrigar pesquisadores e produtores. Ainda assim, o caminho para ser reconhecido como fertilizante biológico não foi fácil.</p>
<p>Foram três anos para o desenvolvimento da formulação inicial, mais três para colocá-lo de forma definitiva no mercado (em 2013) e mais cinco para conseguir o registro de biofertilizante no Ministério da Agricultura e Pecuária, no final de 2018, após diversas pesquisas comprovarem cientificamente sua eficácia. Em 2019, depois do lançamento internacional, realizado em Barcelona, na Espanha, durante o Congresso Mundial de Biofertilizantes, Vorax ganhou o mundo com o nome de Biimore e Quikon, por conta da política de registro de marcas e patentes de alguns países.</p>
<p>“Foi uma batalha árdua, de vários anos, para montar um dossiê suficientemente robusto para conseguir o registro. Na época, nenhuma empresa tinha conseguido provar que seu produto entregava benefícios relacionados ao que se pode definir como biofertilizante”, lembra Rafael Leiria Nunes, diretor de Suprimentos e Operações da Rovensa Next Brasil. Foram diferentes concentrações e formulações, centenas de testes de campo, pesquisas e teses de mestrado e doutorado, inclusive, a mais recente delas foi destaque na capa do jornal Molecular Omics.</p>
<p>O artigo publicado no periódico científico mais prestigiado da Inglaterra investigou, no ano passado, a resposta dos mecanismos de tolerância ao estresse do feijoeiro após ser tratado com Vorax, por meio de análise metabolômica – área ainda pouco explorada por cientistas no mundo inteiro. Em resumo, a pesquisa concluiu que a concentração de metabólitos específicos aumentou no feijoeiro depois da aplicação do bioestimulante, correlacionando-os ao aumento da tolerância a condições adversas como ausência de luminosidade ou deficiência hídrica.</p>
<p>O metabólito é uma molécula de baixo peso molecular e pode ser dividido em dois grupos: primários e secundários. Os primários seriam aminoácidos, enzimas, vitaminas e ácidos orgânicos – os princípios ativos de Vorax – e os secundários estariam relacionados a manifestações anticancerígenas, antibióticas e antiparasitárias. O biofertilizante da Rovensa Next é obtido da fermentação de substratos vegetais orgânicos com uma cepa exclusiva de bactéria.</p>
<p>“A principal mudança no Vorax nos últimos cinco anos, pensando na expansão mundial do produto, foi trabalhar com substratos vegetais orgânicos, porque isso garantiria a inexistência de traços de resíduos de agroquímicos utilizados na cultura. Assim, não haveria riscos de imposição de barreiras na Europa ou em mercados muito exigentes, como o de frutas e café brasileiros, por envolver produtos de exportação”, explica Leiria.</p>
<p>Segundo o diretor da Rovensa Next Brasil, chama atenção o modo de ação diferenciado de Vorax, do ponto de vista fisiológico da planta, mesmo sob aplicação de doses pequenas. “Isso foi uma surpresa num determinado momento, além de ser um grande diferencial de sustentabilidade, pois poucos mililitros permitem tratar vários hectares”, relata o especialista. Até o momento, Vorax é recomendado para dez culturas e a dosagem média é de 30 ml/ha, podendo chegar a 100 ml/ha, a depender da espécie. Esta dosagem é dez a 40 vezes menor que a dos estimulantes tradicionais.</p>
<h2><strong>Sustentável até na embalagem </strong></h2>
<p>Para impactar o produtor a respeito dos diferenciais de Vorax, a empresa inovou na apresentação. Inicialmente, a embalagem era aquela comum a todos os agroquímicos, mas dourada, cuja cor, tom e brilho necessários foram um verdadeiro desafio. Depois evoluiu à atual, esteticamente mais bonita, mais resistente, com a presença de hologramas no rótulo, além de ser produzida 100% de material reciclado. Este trabalho começou em parceria com a Campo Limpo, programa brasileiro de logística reversa do Instituto Nacional de Processamento e Embalagens Vazias (INPEV).</p>
<p>Dados do órgão apontam que uma embalagem reciclada, como é o caso de Vorax, gera 70% menos emissões de equivalente-CO2 comparada ao processo de fabricação de uma nova. “Vorax tem um apelo sustentável para agricultura; está totalmente alinhado às metas de ESG da companhia e com o que a própria sociedade espera de insumos agrícolas mais avançados tecnologicamente, em termos de eficiência, resultado, respeito ao ambiente e proteção da saúde humana”, conclui Leiria.</p>
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		<title>Inseticida revoluciona agricultura com baixo impacto às abelhas</title>
		<link>https://pecpress.com.br/inseticida-revoluciona-agricultura-baixo-impacto-abelhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2021 18:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
		<category><![CDATA[prevam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produzir alimentos para o Brasil e ao mundo não é uma tarefa das mais simples. Pragas e doenças acometem as plantações todos os dias e resta ao produtor contra-atacar com as ferramentas disponíveis para produzir em escala: o uso de inseticidas. Mas nem sempre estes produtos deixam de impactar outros insetos importantes para o ecossistema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Produzir alimentos para o Brasil e ao mundo não é uma tarefa das mais simples. Pragas e doenças acometem as plantações todos os dias e resta ao produtor contra-atacar com as ferramentas disponíveis para produzir em escala: o uso de inseticidas.</p>
<p>Mas nem sempre estes produtos deixam de impactar outros insetos importantes para o ecossistema e até mesmo à própria agricultura, pois muitos deles, como é o caso das abelhas, são responsáveis pela polinização de diversas culturas, especialmente plantas frutíferas.</p>
<p>Outros insetos atuam como predadores naturais de pragas responsáveis por perdas de até 80% na produção de hortaliças, de acordo com estudos da Embrapa, por exemplo. A boa notícia é que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) autorizou uma nova tecnologia capaz de controlar infestações sem gerar danos à saúde humana ou ao meio ambiente.</p>
<p>PREV-AM<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> já vem sendo amplamente utilizado nos Estados Unidos, África do Sul e em mais de uma centena de países da Europa, onde inclusive, possui a certificação ECOCERT. À base de um óleo essencial natural, PREV-AM<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> é registrado como inseticida, fungicida e acaricida e possui amplo espectro de ação, sendo indicado ao manejo integrado de inúmeras pragas e doenças.</p>
<p>Isso é possível graças à complexidade de sua fórmula, que, entre outras propriedades, possui uma tecnologia patenteada em todo mundo, à base do óleo essencial da casca de laranja. PREV-AM<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> foi lançado neste ano pela unidade brasileira da ORO AGRI e já tem gerado ótimos benefícios aos produtores brasileiros que visam melhorar o manejo de pragas e doenças em seus cultivos, como já vem ocorrendo no restante do mundo, com o uso do produto.</p>
<p>Mosca-branca, pulgão, ácaro da leprose e psilídeo (vetor do <em>greening</em>, doença responsável por dizimar pomares de laranja) são alguns dos insetos controlados pelo produto de forma direta. No entanto, ele pode atuar como um potencializador de resultados, quando em associação a inseticidas com diferentes modos de ação.</p>
<p>Com os fungos não é diferente. O novo inseticida quebra o ciclo da doença, agindo diretamente nos micélios e esporos. Ou seja, rompe a parede celular que compõe as hifas, causando a morte do fungo para o qual é registrado.</p>
<p>“Caso estejam em condições favoráveis para o aumento do nível populacional e sem a aplicação de estratégias de manejo adequadas, estas pragas e doenças podem acarretar prejuízos na ordem de bilhões de reais à agricultura brasileira anualmente”, alerta Marlon Assunção, gerente de Pesquisa da ORO AGRI.</p>
<h2><strong>Seguro para abelhas, inimigos naturais e pessoas</strong></h2>
<p>Diferentemente da maior parte dos fitossanitários em uso na agricultura, PREV-AM<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> tem baixo impacto sobre polinizadores, principalmente abelhas – hoje uma preocupação mundial &#8211; e predadores naturais, permitindo a perpetuação de todos os seres desejáveis dentro dos cultivos.</p>
<p>“Estudos realizados na Europa e no Brasil apontam que PREV-AM<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />, em comparação ao grupo químico de inseticida mais utilizado nas principais culturas, tem baixíssimo impacto no que se refere à mortalidade de abelhas africanizadas e europeias. Isso ocorre pela baixa toxicidade do óleo da casca da laranja para as abelhas”, confirma o gerente de Pesquisa Agronômica da ORO AGRI.</p>
<p>Os benefícios ainda extrapolam o modo de ação e potenciais alvos, pois, usado nas doses recomendadas, o produto não causa fitotoxidez às culturas, fator importante à conservação de aspectos visuais dos vegetais consumidos <em>in natura</em>, como frutas de mesa, por exemplo. Também não intoxica as pessoas envolvidas na pulverização, quando utilizado de forma isolada.</p>
<p>“PREV-AM<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> pode ser utilizado como uma ferramenta múltipla no controle de doenças e pragas em hortaliças e frutíferas”, afirma o gerente de Pesquisa Agronômica da ORO AGRI, ressaltando que o produto não deixa resíduos nos alimentos, podendo ser processados pela indústria ou consumidos 24h após a aplicação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Mais informações podem ser obtidas em <a href="http://www.oroagri.com.br">oroagri.com.br</a></li>
</ul>
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		<title>Feira apresenta tecnologias para citricultor enfrentar desafios</title>
		<link>https://pecpress.com.br/expocitros-apresenta-tecnologias-para-citricultor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 18:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[citricultor]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas quem vive o dia a dia do citricultor conhece a real dificuldade de cultivar um pomar de laranja. E a que tudo indica este segundo semestre de 2021 será um dos mais desafiadores, por três motivos: 1 –As previsões apontam para chuvas abaixo do esperado. 2 – O greening continua avançando. 3 – As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas quem vive o dia a dia do citricultor conhece a real dificuldade de cultivar um pomar de laranja. E a que tudo indica este segundo semestre de 2021 será um dos mais desafiadores, por três motivos:</p>
<p>1 –As previsões apontam para chuvas abaixo do esperado.</p>
<p>2 – O <em>greening</em> continua avançando.</p>
<p>3 – As pulverizações estão menos eficientes por falta de uso de tecnologias adequadas.</p>
<p>Por isso, vale destacar as muitas tecnologias que serão lançadas pela Oro Agri durante a ExpoCitros 2021 e que, devido à pandemia de covid-19, será realizada em caráter digital entre os dias 26 e 29 de julho. A edição presencial ocorreria em Cordeirópolis/SP.</p>
<h2><strong>Citricultor enfrenta seca mais severa </strong></h2>
<p>A seca no estado de São Paulo, o maior polo produtor de laranja do mundo, com mais 13 milhões de toneladas registradas na última safra, chegou 60 dias mais cedo, prometendo a estiagem mais severa deste século.</p>
<p>Cenário esse que deve se repetir em Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná, segundo um alerta de emergência hídrica emitido pelo Sistema Nacional de Meteorologia (SMN).</p>
<p>As previsões mostram que não teremos chuvas expressivas até setembro nestas regiões. No último trimestre, São Paulo e Mato Grosso do Sul, em especial, registraram apenas 350 mm de chuva, quando o normal esperado seria um volume de 600 mm, queda de quase 50%.</p>
<p>Para contornar a situação, a Oro Agri apresentará o TRANSFORMER® ULTRA, produto que visa a otimização do uso da água de irrigação e fertirrigação.</p>
<p>“O produto potencializa o aproveitamento de água pelas plantas, principalmente nos cultivos conduzidos via sistema de irrigação ou fertirrigação”, explica Marlon Assunção, gerente de Pesquisa da Oro Agri.</p>
<p>Sucesso na Europa, Estados Unidos, Chile e outros países onde a irrigação tem grande importância para a produção agrícola, TRANSFORMER® ULTRA atua na melhoria da dinâmica da água e na sua retenção pelo solo.</p>
<p>Isso se deve, em parte, à capacidade do produto em renovar a atmosfera do solo, expulsando o gás carbônico de meso e microporos. Dentre outras vantagens, permite, inclusive, a diminuição do número dos turnos de rega.</p>
<h2><strong>Manejo do greening</strong></h2>
<p>Levantamento da incidência das doenças dos citros realizado pelo Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), em 2020, indicou que o número médio de laranjeiras com sintomas de greening no cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Mineiro aumentou 9,7%, correspondendo a 41,3 milhões de árvores (20,87% do total).</p>
<p>A doença está cada mais grave e as plantas doentes devem ser eliminadas. Como forma de tentativa de controle, produtores se viram obrigados a migrar para regiões desfavoráveis ao desenvolvimento do vetor da doença, o psilídeo.</p>
<p>“Em São Paulo, alguns citricultoresestão migrando de cidades tradicionalmente produtoras, como Bebedouro, Descalvado e Limeira, para o entorno de Ubirajara e Avaré”, relata Adriana de Cássia Mistroni da Silva, consultora de Desenvolvimento de Mercado da Oro Agri.</p>
<p>Segundo ela, a infestação avança de tal maneira que, nos casos mais extremos, obriga os citricultores a pulverizarem as plantações com inseticidas até semanalmente, durante o ano todo. É neste ponto que uma inovação tecnológica ambientalmente correta chega à ExpoCitros: o PREV-AM®.</p>
<p>PREV-AM® é um inseticida, fungicida e acaricida inovador, à base do óleo da casca da laranja, amplamente utilizado por produtores de frutas e hortaliças nos Nos Estados Unidos, África do Sul e Europa, inclusive, possui certificação para agricultura biológica pela ECOCERT.</p>
<p>PREV-AM® já está registrado no Brasil. O produto tem um modo de ação totalmente diferente, o que o torna uma ferramenta de manejo de resistência, além de não deixar resíduos nas frutas e hortaliças.</p>
<p>“Diferentemente da maior parte dos fitossanitários usados na agricultura, PREV-AM® tem baixíssimo impacto sob a população de predadores naturais e polinizadores, a exemplo das abelhas. Eficiente em sua ação e sem deixar resíduos, os frutos podem ser consumidos ou processados 24 horas após aplicação do produto”, explica o gerente de Pesquisa da Oro Agri.</p>
<p>Importante ressaltar que o produto, além de ambientalmente correto, é muito versátil, com ação sobre várias outras pragas e doenças, incluindo-se as de outras culturas.</p>
<p>Outro produto da Oro Agri que poderá ajudar os citricultores no manejo do greening é o SAPIENS<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />. “Desenvolvido no Brasil e atualmente em fase de registro no MAPA, o produto se mostra muito promissor e vem sendo testado com excelentes resultados em outros países citricultores”, declara Luís Carlos Cavalcante, gerente geral da companhia no Brasil.</p>
<h2><strong>Otimização da taxa de aplicação </strong></h2>
<p>O último e não menos importante, entre os lançamentos da empresa na ExpoCitros, é o PRINCIPAL<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />. Trata-se de um adjuvante de última geração, exclusivo para cultivos citrícolas e outras culturas perenes, que, além de reduzir as perdas geradas durante o processo de pulverização, permite diminuir de forma significativa a taxa de aplicação (volume de calda) das aplicações de agroquímicos no pomar.</p>
<p>Melhor homogeneização, padronização do espectro de gotas, maior depósito e melhor cobertura de todas as partes das plantas são alguns dos benefícios do PRINCIPAL<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />.</p>
<p>A consequência disso é observada no campo, o produto mostra-se equivalentemente eficiente na redução de perdas (causadas por escorrimento) aliado à melhor qualidade de aplicação.</p>
<p>Vale ressaltar que ao adotar este posicionamento, além da melhor utilização do recurso hídrico disponível, o citricultor também terá vantagens sob o ponto de vista do rendimento operacional.</p>
<p>“Teremos um ano complicado para o citricultor, por isso estamos levando para a ExpoCitros o que de melhor existe em nosso portfólio, para ajudá-lo a enfrentar este cenário cheio de desafios”, conclui Jeferson E. Philippsen, gerente de Produtos da Oro Agri.</p>
<p>ou busque mais <a href="https://pecpress.com.br/?s=oro+agri" target="_blank" rel="noopener">informações aqui</a>.</p>
<ul>
<li>Mais informações sobre a Oro Agri podem ser consultadas em <a href="http://www.oroagri.com.br">oroagri.com.br</a></li>
</ul>
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		<title>Antideriva reduz perdas na pulverização</title>
		<link>https://pecpress.com.br/antideriva-oro-agri/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2020 02:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[airtruck]]></category>
		<category><![CDATA[antideriva]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“E o vento levou&#8221;, título do clássico do cinema de 1939, resume de forma bastante simples os desafios diários enfrentados pelo produtor rural no momento da aplicação de agroquímicos na lavoura. Ventos acima de 15 km/h são uma realidade frequente, sendo capazes de carregar as gotas pulverizadas por uma distância de 30 ou 40 metros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“E o vento levou&#8221;, título do clássico do cinema de 1939, resume de forma bastante simples os desafios diários enfrentados pelo produtor rural no momento da aplicação de agroquímicos na lavoura.</p>
<p>Ventos acima de 15 km/h são uma realidade frequente, sendo capazes de carregar as gotas pulverizadas por uma distância de 30 ou 40 metros e até quilômetros, dependendo do método utilizado.</p>
<p>O impacto econômico à propriedade é grande, principalmente quando associado às perdas por evaporação causadas pelos dias quentes e de baixa umidade do ar. É menos produto atingindo o alvo.</p>
<p>Em outras palavras, há desperdício de agroquímicos como herbicidas e fungicidas, além do risco de levá-los para locais indesejados ou, ainda, de reduzir a eficácia do controle de pragas ou doenças.</p>
<p>“Se a gota é muito fina, o vento carrega ou ela evapora mais rapidamente, o que reduz a eficiência da pulverização. Porém, essas perdas podem ser reduzidas drasticamente com uso de um bom surfactante antideriva”, avalia Jeferson E. Philippsen, gerente de Produtos da Oro Agri.</p>
<p>Philippsen cita o exemplo de um antideriva recém-lançado pela empresa no mercado brasileiro, chamado de AIRTRUCK, definido por ele como mais um aliado para uma tecnologia de aplicação de alta performance.</p>
<p>Feito à base de extratos vegetais, o produto aumenta o diâmetro mediano volumétrico da gota, deixando-a mais pesada.</p>
<p>Com uso do produto certo  e regulagem correta do pulverizador, o agricultor consegue melhorar a eficiência da pulverização em cerca de 20%, atesta Philippsen.</p>
<p>Aumentando a viscosidade da calda, o novo surfactante diminui o número de gotículas propensas a deriva ou evaporação – normalmente aquelas com diâmetro igual ou inferior a um fio de cabelo.</p>
<p>Outro agente da perda de eficiência é a espuma. AIRTRUCK possui esta característica, evitando a produção de espuma dentro do tanque do pulverizador.</p>
<p>Poucos produtores atentam ao problema, mas quanto maior o volume de espuma menos produto chegará até a lavoura.</p>
<p>“E quanto mais espuma formar, mais resíduo de produto poderá se fixar nas paredes do tanque, sendo  mais difícil limpar e podendo contaminar a cultura em uma próxima pulverização”, adverte Lucas Rafael Maesta Dias, especialista em Tecnologia de Aplicação da Oro Agri.</p>
<p>Além de exercer efeito antideriva, padronizar o tamanho de gota em diâmetro desejado e reduzir a quantidade de espuma, o novo produto não altera o pH da solução e não causa fitotoxicidade, que seria a concentração excessiva de agroquímico na folha.</p>
<p>Importante frisar que o AIRTRUCK não elimina a necessidade do uso de um agente modificador de calda.</p>
<p>Inclusive, uma alternativa é utilizar outros surfactantes responsáveis por aumentar a capacidade de assimilação, como é o caso de WETCIT, também da Oro Agri, que permite aos diferentes agroquímicos serem totalmente homogeneizados e absorvidos em até 15 minutos pela folha.</p>
<p>A dosagem do AIRTRUCK varia de 50 a 150 ml/ha em aplicação terrestre e 50 ml/ha quando aérea.</p>
<h2><strong>Manutenção do pulverizador influencia resultados</strong></h2>
<p>Segundo Dias, um erro comum do produtor é não trocar a ponta do bico do pulverizador conforme o produto utilizado. Um fungicida, por exemplo, deve ser aplicado com ponta cone vazio e um herbicida requer uma ponta-leque, gerando gotas mais espessas.</p>
<p>“Herbicida em ponta cone vazio vai produzir uma gota muito fina e facilmente derivável. Por este motivo, o ideal é sempre usar a ponta certa para cada tipo de aplicação”, recomenda o especialista em Tecnologia de Aplicação.</p>
<p>Além das pontas, cada bico possui um ajuste de pressão diferente. Desta forma, o manômetro tem de estar em perfeito estado para aferir a pressão correta para cada conjunto de bicos, sendo esse outro ponto negligenciado pelos produtores.</p>
<p>Ou seja, a própria manutenção do pulverizador impacta diretamente a eficiência da pulverização. Dicas como essas podem ser obtidas com Dias por meio do programa OROTECH 360.</p>
<p>Esta é uma iniciativa da Oro Agri para melhorar a eficiência da pulverização em culturas agrícolas de todo o Brasil, melhorando a sustentabilidade da propriedade em todos seus pilares.</p>
<p>Mais  informações no site <a href="http://www.oroagri.com.br">www.oroagri.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://pecpress.com.br/antideriva-oro-agri/">Antideriva reduz perdas na pulverização</a> apareceu primeiro em <a href="https://pecpress.com.br">Pec Press®</a>.</p>
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		<title>Oro Agri Brasil</title>
		<link>https://pecpress.com.br/oro-agri-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 20:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Portfólio]]></category>
		<category><![CDATA[óleo essencial da casca de laranja]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oro Agri é o acrônimo de Orange Oil Agriculture, Óleo de Laranja para Agricultura, matéria-prima dos produtos da empresa que está presente em 100 países e possui quatro fábricas no mundo. Chegou ao Brasil em 2008 e atua nos segmentos de Nutrição Vegetal e Tecnologia de Aplicação. A Pec Press® é responsável pela assessoria de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Oro Agri é o acrônimo de <em>Orange Oil Agriculture</em>, Óleo de Laranja para Agricultura, matéria-prima dos produtos da empresa que está presente em 100 países e possui quatro fábricas no mundo. Chegou ao Brasil em 2008 e atua nos segmentos de Nutrição Vegetal e Tecnologia de Aplicação. A Pec Press® é responsável pela assessoria de imprensa da planta brasileira, localizada em Arapongas (PR).</p>
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		<title>Oro Agri Brasil deve triplicar faturamento</title>
		<link>https://pecpress.com.br/oro-agri-deve-triplicar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2019 18:19:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Oro Agri Brasil planeja elevar sua participação em 300% nos próximos cinco anos. Este planejamento ambicioso já é resultado imediato do lançamento de produtos inovadores. A empresa presente em mais de 100 países trouxe para o País, em janeiro, o WETCIT®, o surfactante de marca mundial da Oro Agri e apresentou outros dois grandes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Oro Agri Brasil planeja elevar sua participação em 300% nos próximos cinco anos. Este planejamento ambicioso já é resultado imediato do lançamento de produtos inovadores.</p>
<p>A empresa presente em mais de 100 países trouxe para o País, em janeiro, o WETCIT®, o surfactante de marca mundial da Oro Agri e apresentou outros dois grandes lançamentos no mês de junho: DETONATOR® e SAPIENS®. Os dois produtos prometem revolucionar a agricultura brasileira.</p>
<p>DETONATOR® é um surfactante específico para uso com herbicidas sistêmicos nas dessecações pré-plantio e nos testes realizados reduziu a praticamente zero o rebrote de plantas daninhas de difícil controle (PDDC).</p>
<p>PDDC como buva, capim amargoso, trapoeraba e capim-pé-de-galinha são um problema global e apenas no Brasil causam prejuízos na ordem de US$ 9 bilhões.</p>
<p>Muito produtores já testaram e aprovaram os resultados desse produto no manejo das PDDC, e o mesmo já está disponível no mercado para compra.</p>
<p>Destinado à citricultura, o SAPIENS® nasce com a proposta de recuperar a saúde das plantas acometidas com <em>greening, </em>uma doença letal que se espalha rapidamente, obrigando os produtores a eliminar os pomares infectados, o que gera prejuízos incalculáveis. Apenas em 2018, a infestação aumentou 18%. A expectativa é que esteja disponível no primeiro trimestre de 2020.</p>
<p>No total, sete outros produtos são aguardados na Oro Agri Brasil. Para tanto, a fábrica sediada em Arapongas/PR já passa pela quarta ampliação e uma nova unidade de defensivos agrícolas à base de extratos vegetais começa a ser construída, a partir de um investimento na ordem de US$ 2 milhões.</p>
<p>A empresa nasceu em 2002 e a Oro Agri Brasil foi inaugurada em 2008. Oro Agri é o acrônimo de <em>Orange Oil for Agriculture</em> ou Óleo de Laranja para Agricultura, traduzido para o português.</p>
<p>O uso exclusivo do óleo essencial da casca de laranja na agricultura e pecuária é o grande diferencial da empresa que possui quatro fábricas no mundo e operações bastante estabelecidas nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e Oceania.</p>
<p>Segundo Luís Carlos Cavalcante, gerente geral da Oro Agri na América do Sul, os produtos da empresa precisam de apenas 15 minutos para serem absorvidos pela planta, mesmo que chova após esse intervalo.</p>
<p><strong> </strong>“Começamos com um produto sem igual e sempre buscamos inovar. Os lançamentos previstos são soluções para problemas graves da agricultura e da pecuária”, reforça Jeferson E. Philippsen, gerente de Produtos da Oro Agri Brasil.</p>
<h2><strong>Resultados da Oro Agri Brasil</strong></h2>
<p>A empresa registra uma evolução substancial. Em 2016 cresceu 40%; em 2017 aumentou as vendas em 90%; encerrou 2018 com um faturamento de R$ 70 milhões e, em 2019, deve ultrapassar R$ 100 milhões.</p>
<p>Entre outros números interessantes, a unidade brasileira é a que mais cresce no mundo &#8211; cerca de 45% ao ano &#8211; e responde sozinha por 35% do faturamento global. Nos demais países, o foco da empresa está basicamente na fruticultura. No Brasil, os maiores mercados são as culturas de soja, milho, algodão e pastagens.</p>
<p>A fábrica brasileira fica em Arapongas (PR) e gera 80 empregos diretos &#8211; com a nova fábrica deve subir para 100. Os produtos mais comercializados por aqui são WETCIT®, ORO-FAST®, ORO-STAR HL®, ORO-CINETIC®, COWBOY® E ORO-GRASS®. Os dois últimos, voltados à pecuária.</p>
<p>“Esse novo setor vai triplicar o faturamento da unidade brasileira em três anos, passando para R$ 300 milhões anuais”, estima o gerente geral da Oro Agri na América do Sul. Com 10% de um mercado bastante pulverizado, a companhia lidera as vendas de surfactantes no País.</p>
<p>Você pode obter mais informações sobre a Oro Agri <a href="http://pecpress.com.br/?s=oro+agri">aqui</a> ou acesse o <a href="https://www.oroagri.com.br/">site</a> da empresa.</p>
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		<title>Tecnologia combate plantas daninhas de difícil controle (PDDCs)</title>
		<link>https://pecpress.com.br/tecnologia-combate-plantas-daninhas-de-dificil-controle/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2019 16:26:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[óleo essencial da casca de laranja]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro ou fora do Brasil, as plantas daninhas de difícil controle (PDDCs) são motivo de preocupação entre todos os produtores rurais. Isso porque o nível de resistência aos herbicidas sistêmicos, o método mais utilizado atualmente, chegou a níveis críticos. Os órgãos de pesquisa estimam que os gastos com controle das infestações vão duplicar nos próximos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro ou fora do Brasil, as plantas daninhas de difícil controle (PDDCs) são motivo de preocupação entre todos os produtores rurais. Isso porque o nível de resistência aos herbicidas sistêmicos, o método mais utilizado atualmente, chegou a níveis críticos.</p>
<p>Os órgãos de pesquisa estimam que os gastos com controle das infestações vão duplicar nos próximos cinco anos. “Hoje, o agricultor gasta entre R$ 250 e R$ 400 por hectare com plantas daninhas de difícil controle. Em produto, isso equivale a 15 sacas de soja/ha”, lamenta Luís Carlos Cavalcante, gerente geral da ORO AGRI na América do Sul.</p>
<p>Entre as principais espécies encontradas no Brasil estão a buva (<em>Conyza </em>spp), capim amargoso (<em>Digitaria insularis)</em>, capim pé-de-galinha (<em>Eleusine indica)</em>, erva-quente (<em>Spermacoce latifólia)</em> e trapoeraba, com destaque a <em>Cammelina diffusa, Cammelina erecta </em>e <em>Cammelina villosa, </em>cuja infestação encontra-se generalizada nacionalmente.</p>
<p>Pensando em uma solução efetiva para o problema é que a ORO AGRI lança no Brasil o DETONATOR®, um surfactante específico para herbicidas sistêmicos, utilizados em operações de dessecação pré-plantio. Em todos os testes realizados o rebrote das principais PDDCs ficou próximo a zero, ou seja, praticamente inexistiu, um fato que não se via há muito tempo na agricultura brasileira.</p>
<h2><strong>Fim das plantas daninhas de difícil controle (PDDCs)</strong></h2>
<p>“DETONATOR® possui uma tecnologia chamada PowerStrain<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />, que ativa o processo de translocação de seiva transportando os herbicidas sistêmicos mais rapidamente, e diretamente ao sítio de ação dos ingredientes ativos, o que melhora o controle de forma significativa”, explica o gerente geral da Oro Agri na América do Sul.</p>
<p>O novo produto também dispensa a utilização de qualquer outro óleo ou adjuvante, redutor de pH ou antideriva.</p>
<p>DETONATOR® foi lançado no Simpósio Latino-Americano de Plantas Daninhas de Difícil Controle (SIMAL), que ocorreu em 6 de junho, no espaço Villa Planalto, em Londrina (PR). “O SIMAL está sendo muito aguardado porque é uma oportunidade única do produtor adquir subsídios técnicos para vencer esse grande desafio”, conclui Cavalcante.</p>
<h2><strong>ORO AGRI no Brasil</strong></h2>
<p>Iniciando atividades em 2002 e presente no País desde 2008, Oro Agri é acrônimo de <em>Orange Oil for Agriculture</em> ou Óleo de Laranja para Agricultura, em português. Com várias fábricas no mundo e operações estabelecidas nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e Oceania, a companhia detém a patente mundial do uso do óleo essencial da casca de laranja na agricultura e pecuária.</p>
<p>Nos demais países, o foco da empresa está basicamente na fruticultura, já aqui os maiores mercados são as culturas de soja, milho, algodão e pastagem. A fábrica brasileira fica em Arapongas (PR) e gera 70 empregos diretos. “Com 10% de um mercado bastante pulverizado, a Oro Agri lidera as vendas de surfactantes no País”, informa Cavalcante.</p>
<p>Veja mais notícias da Oro Agri em <a href="https://pecpress.com.br/?s=oro+agri">nosso site</a> ou visite www.oroagri.com.br</p>
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		<title>Adubação foliar incrementa produtividade das pastagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Apr 2019 04:11:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[adubação foliar]]></category>
		<category><![CDATA[óleo essencial da casca de laranja]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como já é sabido, a maior parte da carne bovina consumida no Brasil tem origem em animais criados em sistema de pastejo, seja ele intensivo ou rotacionado. Esse tem sido o Às na manga do pecuarista brasileiro para gerar renda e ser mais competitivo no negócio. Nos últimos 20 anos, muitos avanços têm sido registrados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já é sabido, a maior parte da carne bovina consumida no Brasil tem origem em animais criados em sistema de pastejo, seja ele intensivo ou rotacionado. Esse tem sido o Às na manga do pecuarista brasileiro para gerar renda e ser mais competitivo no negócio.</p>
<p>Nos últimos 20 anos, muitos avanços têm sido registrados no melhoramento genético dos bovinos de corte e leite, mas pouco tem se investido na qualidade da pastagem. E quanto mais vigorosa ela se desenvolver maior será a resposta dos animais em termos de produção.</p>
<p>Uma solução encontrada por pecuaristas mais atentos aos avanços tecnológicos têm sido a adubação foliar, cuja pesquisa científica comprovou eficácia no curto prazo, em apenas um ciclo produtivo.</p>
<p>A adubação de base busca corrigir a fertilidade da terra, principalmente quanto a possíveis carências de Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K) enquanto a adubação foliar procura compensar a deficiência de micronutrientes como Zinco (Zn), Manganês (Mn), Boro (B) e Molibidênio (Mo), elementos essenciais ao desenvolvimento da planta.</p>
<p>“A quantidade de nutrientes em cada uma delas também é diferente. Dois litros de fertilizante foliar que contenham 20% de N renderiam 400g do nutriente por hectare enquanto 100 kg de ureia equivaleria a 45 kg de N na mesma área. Do ponto de vista químico é impossível substituir”, adverte Leandro Martins Barbero, professor da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).</p>
<p>O acadêmico lidera o Grupo de Pesquisa em Forragicultura (GEPFOR) da UFU, que  conduziu uma pesquisa inédita a qual objetivou estimular o crescimento do pasto durante o período seco &#8211; algo que não aconteceria naturalmente &#8211; e que também melhorasse o rebrote no início das chuvas.</p>
<p>Quatro tratamentos comparativos foram testados: um de controle (sem aplicação de qualquer adubo), um com adubo de ureia (110kg/ha) em aplicação única; outro, também com aplicação única, mas que recebeu apenas 2l/ha de adubo foliar à base de óleo essencial de casca de laranja (ORO-GRASS), e um onde foi utilizado tanto ureia (110kg/ha) quanto ORO-GRASS (2l/ha).</p>
<p>“O pasto controle apresentou o pior resultado, ao ponto que aquele submetido ao tratamento associando ureia e adubação foliar foi o que proporcionou maior produção de forragem”, constatou Barbero. Segundo ele, o adubo foliar potencializou o efeito do N contido na ureia.</p>
<p>Tal fenômeno pode ser explicado pela lei do mínimo de Liebig, onde a deficiência de um ou mais nutrientes impede a ação dos demais. No caso da pesquisa da UFU, mesmo com N suficiente, a produção de forragem estava sendo limitada pela carência de micronutrientes do capim.<strong><a style="color: #ea9629; text-decoration-line: underline; outline: 0px;" href="http://pecpress.com.br/?s=oro+agri"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-910 alignright" src="http://pecpress.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Produção-de-pastagem-submetida-à-adubação-foliar-300x196.jpg" alt="" width="299" height="195" srcset="https://pecpress.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Produção-de-pastagem-submetida-à-adubação-foliar-300x196.jpg 300w, https://pecpress.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Produção-de-pastagem-submetida-à-adubação-foliar.jpg 515w" sizes="(max-width: 299px) 100vw, 299px" /></a></strong></p>
<p>O pasto controle produziu somente 1,6 tonelada de matéria seca (MS) por hectare, já o ORO-GRASS sozinho atingiu 2,4 toneladas e o composto Ureia + ORO-GRASS gerou quase 3,5 toneladas. <strong>Veja na figura</strong>.</p>
<p>A pesquisa também identificou efeito residual da aplicação dos produtos no rebrote da pastagem, no início da estação das águas (outubro), com o melhor desenvolvimento da planta, em especial do sistema radicular. O resultado foi a produção de 1 tonelada de MS no controle (testemunha absoluta) e 1,6 tonelada no composto Ureia + ORO-GRASS.</p>
<h2><strong>Custo da adubação foliar </strong></h2>
<p>Considerando o preço do produto somado à despesa operacional da aplicação tem-se a seguinte situação: o tratamento controle não teve investimento, a ureia custou R$ 183/ha, ORO-GRASS R$ 80/ha e ureia + ORO-GRASS R$ 263/ha. De acordo com informações do professor da UFU, a receita bruta em cada um deles foi, respectivamente de R$ 931,50, R$ 1.375,81, R$ 1.230,61 e R$ 1.701,02/ha.</p>
<p>Para ser mais exato, ao considerar a receita bruta subtraída daqueles custos, cada um dos pastos gerou os seguintes resultados: R$ 846,02/ha no tratamento controle, R$ 1.250,87/ha no tratamento com ureia, R$ 1.119,85/ha no tratamento com ORO-GRASS e R$ 1.547,81/ha no tratamento Ureia + ORO-GRASS.</p>
<p>Uma propriedade com pastagem de 100 ha que deixa de investir nas tecnologias do experimento, abre mão de ganhos na ordem de R$ 40.485,00 (ureia), R$ 27.383,00 (ORO-GRASS) ou R$ 70.179,00 (ureia + ORO-GRASS).</p>
<p>“Esses números da pesquisa da Universidade Federal de Uberlândia comprovam que o adubo foliar se paga e retorna margens interessantes. O investimento apenas no adubo foliar à base do óleo essencial da casca de laranja já devolveu um bom dinheiro e quando associado com ureia atingiu seu lucro máximo”, comprova Ricardo Frugis, representante comercial da Área de Pastagem da ORO AGRI BRASIL.</p>
<h2><strong>Como e quando fazer adubação foliar</strong></h2>
<p>A adubação foliar é o processo de aplicação de nutrientes por meio das folhas através de pulverização. Essa pode ser realizada de forma tratorizada, aérea ou com pulverizadores costais e, segundo Barbero, para se obter maior eficiência, deve ocorrer nas horas mais frescas do dia. Nunca se deve adubar com pasto sob estresse hídrico. Vale lembrar também a adubação foliar não exclui a necessidade da adubação de base, que ocorre no solo.</p>
<p>Se em pastejo contínuo, o adubo foliar pode ser pulverizado a qualquer momento, desde que respeitadas as condições anteriores. No caso de pastejo rotativo, é necessário aguardar alguns dias para rebrote do capim. De forma prática, para <em>Brachiaria</em>, considera-se o rebrote com altura de 5 cm das folhas jovens e 10 cm para <em>Panicum</em>.</p>
<p>De forma geral, uma maneira vantajosa de utilizar fertilizantes foliares pode ser associando-os aos herbicidas. Ademais, em sistemas intensivos de produção a pasto, a aplicação pode ser feita após as adubações de base com N, P e K, com o objetivo de potencializar o desenvolvimento do capim.</p>
<p>Dentre as principais vantagens do adubo foliar ORO-GRASS, além de nutrir a planta e proporcionar um sistema radicular mais vigoroso, está a altíssima eficiência na absorção. Os nutrientes são rapidamente assimilados, translocados e aproveitados pelas plantas. Por este motivo, chuvas que ocorrem 15 minutos após a aplicação não prejudicam a eficiência do produto.</p>
<h2><strong>ORO AGRI no Brasil</strong></h2>
<p>Iniciando atividades em 2002 e presente no Brasil desde 2008, Oro Agri é o acrônimo de <em>Orange Oil for Agriculture</em> ou Óleo de Laranja para Agricultura, em português. Com várias fábricas no mundo e operações estabelecidas nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e Oceania, a companhia detém a patente mundial do uso do óleo essencial da casca de laranja na agricultura e pecuária.</p>
<p>Nos demais países, o foco da empresa está basicamente na fruticultura, já no Brasil os maiores mercados são as culturas de soja, milho, algodão e pastagem. A fábrica brasileira fica em Arapongas (PR) e gera 70 empregos diretos. “Com 10% de um mercado bastante pulverizado, a Oro Agri lidera as vendas de surfactantes no País”, informa Luís Carlos Cavalcante, gerente geral da ORO AGRI na América do Sul.</p>
<p>Pesquise mais sobre a ORO AGRI clicando <a href="http://pecpress.com.br/?s=oro+agri">aqui</a> ou acesse http://www.oroagri.com/southamerica</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Chega ao Brasil surfactante agrícola reconhecido mundialmente</title>
		<link>https://pecpress.com.br/chega-ao-brasil-surfactante-agricola-reconhecido-mundialmente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2019 20:15:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[óleo essencial da casca de laranja]]></category>
		<category><![CDATA[Oro Agri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ORO AGRI trouxe para o País o WETCIT® GOLD, um surfactante agrícola líder em vendas nos quatro cantos do mundo. Além de potencializar a eficácia de herbicidas, fungicidas, inseticidas e acaricidas, o produto otimiza a pulverização, pode ser utilizado em qualquer condição de água e não destrói a camada cerosa das folhas das plantas. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ORO AGRI trouxe para o País o WETCIT® GOLD, um surfactante agrícola líder em vendas nos quatro cantos do mundo. Além de potencializar a eficácia de herbicidas, fungicidas, inseticidas e acaricidas, o produto otimiza a pulverização, pode ser utilizado em qualquer condição de água e não destrói a camada cerosa das folhas das plantas.</p>
<p>Diferente de outros surfactantes agrícolas e dos óleos minerais e vegetais, o WETCIT® GOLD apresenta total afinidade química com os tecidos das plantas. Tudo graças à sua formulação exclusiva com óleo da casca de laranja, onde estão presentes inúmeras substâncias naturais e que têm propriedades benéficas. Por este motivo, os ingredientes ativos associados na calda de pulverização são totalmente absorvidos, e de forma muito rápida.</p>
<p>O uso do óleo da casca de laranja na agricultura e na pecuária é uma patente mundial da ORO AGRI e que resultou na criação da tecnologia denominada TRANS-RAPID<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />. Com ela, é possível garantir que o surfactante mantenha a sua eficiência, mesmo se houver ocorrência de chuva 15 minutos após a aplicação do produto. Como resultado desta característica única, outros benefícios são observados.</p>
<h2>Ação do surfactante agrícola da ORO AGRI</h2>
<p>O WETCIT® GOLD age sobre a dinâmica da água utilizada na mistura promovendo maior cobertura e espalhamento nas folhas. Entre outras palavras, reduz perdas e ajuda a transportar os agroquímicos mais rapidamente para dentro da planta. Versátil, ainda reúne diferenciais importantes da tecnologia de aplicação, sendo antiespuma e antideriva simultaneamente.</p>
<p>“WETCIT® é o surfactante agrícola de marca mundial da ORO AGRI. Está presente em todo o mundo e desembarca na agricultura brasileira para trazer inúmeros benefícios, no sentido de reduzir custos de produção, aumentar o rendimento das pulverizações e gerar menor impacto ambiental”, define Jeferson E. Philippsen, gerente de Produtos da ORO AGRI BRASIL.</p>
<p>Segundo Philippsen, além de diminuir os sintomas de fitotoxicidade registrados em alguns fungicidas o produto também evita o entupimento dos bicos dos pulverizadores, evitando-se, assim, paradas indesejáveis para limpeza do equipamento.</p>
<p>A ORO AGRI possui uma linha mundial de surfactantes agrícolas formada por OROCIT®, VINTRE®, ORO-BOOST® e ORO-HSMOC®, além do WETCIT®. “O produtor rural necessita de ferramentas realmente eficazes e que facilitem as suas operações. O WETCIT GOLD é um produto que atende bem as necessidades de quem procura soluções para obter mais eficiência e melhores resultados nos tratos fitossanitários. É impossível não associar maior eficiência com diminuição de custos. Esse é o propósito dos produtos da empresa”, explica Luís Carlos Cavalcante, gerente geral da ORO AGRI na América do Sul.</p>
<h2><strong>ORO AGRI no Brasil</strong></h2>
<p>Iniciando atividades em 2002 e presente no Brasil desde 2008, Oro Agri é o acrônimo de <em>Orange Oil for Agriculture</em> ou Óleo de Laranja para Agricultura, em português. Com quatro fábricas no mundo e operações estabelecidas nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e Oceania, a companhia detém a patente mundial para uso exclusivo do óleo essencial da casca de laranja na agricultura e pecuária.</p>
<p>Graças a ele, os produtos precisam de apenas 15 minutos para serem absorvidos pela planta, mesmo que chova após esse intervalo, algo garantido apenas pela Oro Agri.<em> Foi a partir desta descoberta que nasceu a tecnologia T</em>rans-Rapid<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />.</p>
<p>“A inovação está em nosso DNA. O WETCIT GOLD® é o primeiro de quatro lançamentos previstos para o Brasil”, informa o gerente geral da ORO AGRI na América do Sul. A companhia registra crescimento substancial no mercado brasileiro: 40% em 2016, 90% em 2017 e deve encerrar 2018 com faturamento de R$ 100 milhões.</p>
<p>Nos demais países, o foco da empresa está na fruticultura, já no Brasil os maiores mercados são as culturas de soja, milho, algodão e pastagem. A fábrica brasileira fica em Arapongas (PR) e gera 70 empregos diretos. Com 10% de um mercado bastante pulverizado, a Oro Agri lidera as vendas de surfactantes no País.</p>
<h2><strong>Empresa do Grupo Omnia</strong></h2>
<p>Em março de 2018, a Oro Agri foi adquirida pela Omnia. Inaugurada há 60 anos, a multinacional está presente em 24 países e, desde 2008, está em território brasileiro. O grupo fatura US$ 2,5 bilhões, possui capital aberto na Bolsa de Valores de Johannesburgo, onde fica a sede, e atua em quatro setores: agricultura, químicos, mineração e <em>trading</em> de investimentos. Na Agricultura é representada pela Omnia Fertilizantes, pioneira na produção de NPK granulado e fertilizantes líquidos.</p>
<p>Clique <a href="http://pecpress.com.br/?s=oro+agri">aqui</a> para ler mais releases da ORO AGRI.</p>
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		<title>Oro Agri projeta crescimento recorde no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2019 22:26:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[óleo essencial da casca de laranja]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presente em mais de 100 países, a Oro Agri planeja elevar sua participação em 200% no Brasil, nos próximos cinco anos. Este planejamento ambicioso já é resultado imediato da aquisição da empresa pelo Grupo Omnia, em uma negociação na ordem de US$ 100 milhões. A matriz da Omnia fica em Johanesburgo, na África do Sul, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Presente em mais de 100 países, a Oro Agri planeja elevar sua participação em 200% no Brasil, nos próximos cinco anos. Este planejamento ambicioso já é resultado imediato da aquisição da empresa pelo Grupo Omnia, em uma negociação na ordem de US$ 100 milhões.</p>
<p>A matriz da Omnia fica em Johanesburgo, na África do Sul, e tanto ela como a Oro Agri atuam na agricultura brasileira desde 2008. “Tornar-se uma divisão internacional da Omnia aumentou nossa capacidade de investimento, não só no desenvolvimento de novos produtos como também na ampliação do número de fábricas”, avalia Luís Carlos Cavalcante, gerente geral da Oro Agri na América do Sul (foto).</p>
<p>Segundo o executivo, o perfil inovador da Oro Agri foi o que mais chamou a atenção da Omnia. A empresa buscava ampliar presença global e maiores oportunidades em novas tecnologias e produtos. Em outras palavras, a Oro Agri proporcionou à empresa compradora acesso a uma geografia mais abrangente e, pelo menos, dez lançamentos mundiais previstos para os próximos anos.</p>
<p>Para dar suporte à chegada dos novos produtos, a fábrica brasileira da Oro Agri, localizada em Arapongas (PR), terá a capacidade produtiva multiplicada. Desde 2012, essa será a quarta ampliação. Antes mesmo da negociação, a companhia já vinha de um crescimento de 90% no mercado brasileiro em 2017.</p>
<p>“Muito em breve a Oro Agri será a divisão mais importante dos negócios da Omnia, tanto em faturamento quanto em lucratividade”, garante Cavalcante. A sinergia existente entre as duas empresas e o fato dos produtos da primeira estarem em franca expansão deverão encurtar a jornada.</p>
<h2><strong>Oro Agri no Brasil</strong></h2>
<p>Tendo iniciado suas atividades em 2002 e presente no Brasil desde 2008, Oro Agri é o acrônimo de <em>Orange Oil for Agriculture</em> ou Óleo de Laranja para Agricultura, traduzido para o português. O uso do óleo essencial da casca de laranja na agricultura e pecuária é exclusivo da Oro Agri, devido a uma patente mundial da companhia, que, atualmente, possui quatro fábricas no mundo e operações bastante estabelecidas nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África e Oceania.</p>
<p>“O empresário sul-africano Erroll Pullen fundou a Oro Agri ao<em> descobrir que o óleo essencial da casca de laranja utilizado na mineração tinha propriedades extremamente úteis na agricultura”, relembra Jeferson </em>E. Philippsen, gerente de Produtos da Oro Agri.</p>
<p>Segundo Philippsen, o principal diferencial é que os produtos da empresa precisam de apenas 15 minutos para serem absorvidos pela planta, mesmo que chova após esse intervalo, algo garantido apenas pela Oro Agri.<em> Foi a partir desta descoberta que nasceu a tecnologia T</em>rans-Rapid<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />. Posteriormente, foi lançada a TransPhloem<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/2122.png" alt="™" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />, que aborda o processo de translocação dentro das plantas.</p>
<p><strong> </strong>“A inovação está em nosso DNA. Começamos com um produto sem igual e sempre buscamos algo novo. Os lançamentos previstos para os próximos anos, por exemplo, serão soluções para problemas graves da agricultura e da pecuária para os quais ainda não existem produtos eficientes”, adianta Philippsen.</p>
<p>Como resultado, a empresa registra crescimento substancial. Em 2016, foi de 40%; em 2017, aumentou as vendas em 90% e deve encerrar 2018 com um faturamento de R$ 100 milhões. “Isso não nos deixa satisfeitos. Nosso mote é continuar na vanguarda das inovações tecnológicas da agricultura brasileira e mundial”, frisa Cavalcante</p>
<p>O gerente geral das operações na América do Sul atribui os números à credibilidade dos produtos perante os produtores rurais, à capilaridade da rede de distribuição e à qualidade da equipe de campo. A Oro Agri não possui representantes comerciais. Os técnicos regionais são engenheiros-agrônomos contratados em regime CLT e respondem juridicamente pela empresa, condições que favorecem o âmbito das negociações, conferindo responsabilidade, compromisso e credibilidade junto aos clientes.</p>
<p>Nos demais países, o foco da empresa está na fruticultura, já no Brasil os maiores mercados são as culturas de soja, milho e algodão. “O Brasil também é o único país onde desenvolvemos produtos voltados para pastagens”, ressalta Philippsen. Com 10% de um mercado bastante pulverizado, a Oro Agri lidera as vendas de surfactantes no País.</p>
<p>A fábrica brasileira fica em Arapongas (PR) e gera 70 empregos diretos. Os produtos mais comercializados por aqui são WETCIT, ORO-FAST, ORO-STAR, ORO-CINETIC, COWBOY E ORO-GRASS. Os dois últimos, voltados à pecuária.</p>
<h2><strong>Grupo Omnia</strong></h2>
<p>A empresa é uma multinacional que nasceu há mais de 60 anos na África do Sul, estando presente em 24 países. O grupo tem faturamento de US$ 2,5 bilhões e capital aberto na Bolsa de Valores de Johannesburgo, sendo dividido em quatro unidades de negócios: agricultura, químicos, mineração e <em>trading</em> de investimentos.</p>
<p>Na Agricultura é representada pela Omnia Fertilizantes, líder de mercado no continente Africano e pioneira na produção de NPK granulado e fertilizantes líquidos para aplicação no solo. Produz e comercializa fertilizantes no continente Africano e Oceania, além de exportar para Europa, Ásia e América.</p>
<p>Nas últimas décadas, o Grupo Omnia tem investido pesado em Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D) em nutrição vegetal, ciência do solo e uso eficiente de água. Qualidade evidente também na Oro Agri, que possui parcerias com dezenas de instituições de pesquisas dentro e fora do Brasil.</p>
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