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	<title>Arquivos pecuária japonesa - Pec Press®</title>
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		<title>Um pedaço da pecuária japonesa reside em Americana (SP)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2017 09:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[fazenda angélica]]></category>
		<category><![CDATA[kobe premium]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária japonesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carne de gado japonês conquista paladar da alta gastronomia e oferece chances para o pecuarista driblar a crise. Evento também sedia a Exposição Nacional da raça Em meio à cidade de Tóquio, no Japão, restaurantes de diferentes províncias disputam carcaças campeãs em uma exposição que acontece a cada cinco anos, e chegam a desembolsar US$ [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Carne de gado japonês conquista paladar da alta gastronomia e oferece chances para o pecuarista driblar a crise. Evento também sedia a Exposição Nacional da raça</em></p>
<p>Em meio à cidade de Tóquio, no Japão, restaurantes de diferentes províncias disputam carcaças campeãs em uma exposição que acontece a cada cinco anos, e chegam a desembolsar US$ 1.000,00 por apenas um quilo da carne do bovino nipônico, assunto que ganha na mídia local.</p>
<p>A primeira experiência dos brasileiros com a raça milenar ocorreu na década de 1990, com a importação de 200 embriões e 5.000 doses de sêmen dos Estados Unidos. Guardada a sete chaves, o mundo só conheceu o <span class="il">Wagyu</span> depois de um acordo firmado entre Japão e Estados Unidos.</p>
<p>“No Brasil, um quilo do <em>Kobe Beef</em>, o contrafilé de <span class="il">Wagyu</span>, pode custar R$ 600,00, dependendo do grau de marmoreio”, informa Daniel Steinbruch, proprietário da Fazenda Angélica e da marca <em>Kobe Premium</em>, em Americana (SP), presente em boutiques e restaurantes, principalmente, da capital paulista.</p>
<p>O jovem empresário investe na criação de gado nipônico há mais de uma década e seu objetivo é ampliar o plantel de 500 animais &#8211; o maior entre os criadores brasileiros &#8211; e, consequentemente, elevar a oferta de cortes especiais. Este é um mercado que caminha na contramão da crise econômica, crescendo 35% ao ano.</p>
<p>Steinbruch abate 150 animais por ano, mas tem a meta de aumentar este volume para 50 animais por mês. Para tanto, o jovem criador utiliza biotecnologias inovadoras como a Fertilização In Vitro (FIV) e apoia-se em parcerias para conseguir o volume de bovinos desejado.</p>
<p>Assumindo a compra dos bezerros das vacas comercializadas em seu leilão anual, ele paga seus fornecedores com até 2,2 vezes sobre o valor da arroba convencional do boi gordo. Em setembro, a 6ª edição do <em>Leilão Kobe Premium</em> contou com a presença de 500 pessoas, entre criadores, pesquisadores, profissionais e novos investidores. Foi a maior oferta da raça no ano.</p>
<p>O remate movimentou R$ 370 mil em poucas horas, com a venda de 24 lotes, sendo 20 fêmeas, 20 doses de sêmen, 1 touro e 1 garrote. O lote mais valorizado foi arrematado por R$ 26.400,00. O evento também foi palco da Exposição Nacional da Raça <span class="il">Wagyu</span>, que reuniu 50 animais oriundos dos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais e Rio Grande do Sul, muitos dos quais pertencentes a integrantes do programa de fomento criado pela Fazenda Angélica.</p>
<p>Foi neste evento que o empresário Átila Camilo de Godoi, da Fazenda Seikon, sediada no município</p>
<figure id="attachment_493" aria-describedby="caption-attachment-493" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-493" src="http://pecpress.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Daniel-e-George-300x200.png" alt="" width="300" height="200" srcset="https://pecpress.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Daniel-e-George-300x200.png 300w, https://pecpress.com.br/wp-content/uploads/2018/01/Daniel-e-George.png 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-493" class="wp-caption-text">Daniel Steinbruch, da Kobe Premium, e George Gottheiner, da Associação Wagyu</figcaption></figure>
<p>de Guaraí, também do interior paulista, ingressou na criação de <span class="il">Wagyu</span>. “Os eventos promovidos pela Angélica oferecem muitas oportunidades de negócio, desde a entrada no mercado de genética até a participação no programa de fomento da raça”, atesta o criador.</p>
<p>No momento, o plantel de Godoi conta com 80 animais. O remate também atraiu criadores que também apostam em cortes de marca própria, como é o caso do Haras Rancho Tokarsky, de Brasília (DF), que trabalha com <span class="il">Wagyu</span> cruzado com outras raças, ao contrário da Fazenda Angélica, que prefere abater exemplares puros e 30% mais valorizados.</p>
<p>A propriedade já criava outras raças de bovinos, ovinos, equinos e resolveu começar no <span class="il">Wagyu</span> há dois anos, motivada pela experiência de seus proprietários ao consumir a carne.  “O mercado sempre foi promissor para todas as raças, mas percebemos que havia um público seleto para o<span class="il">Wagyu</span>. Então, decidimos investir”, relembra a médica-veterinária da propriedade, Sara Soares Mendonça, ressaltando a qualidade da genética da Fazenda Angélica, de quem comprou seis doadoras de embriões.</p>
<p>“Os animais comercializados nos Leilões Kobe Premium são filhos das 15% melhores vacas apartadas todos os anos na Fazenda Angélica e com escore de marmoreio acima de 6%”, explica Steinbruch. Empreendedor nato, ele sabe que para obter o melhor produto <em>Kobe Premium</em> necessita repassar a melhor genética aos fornecedores.</p>
<p>O gado abatido pelo Haras Rancho Tokarsky, por exemplo, vai ao gancho com 19@ aos 35 meses, em média, com 55% de rendimento de carcaça, números superiores à média nacional.</p>
<h2><strong>Certificação Wagyu</strong></h2>
<p>O encontro na Fazenda Angélica também foi palco do lançamento de dois selos de certificação idealizados pela Associação Brasileira dos Criadores de Bovinos da Raça <span class="il">Wagyu</span>, atendendo exigências de restaurantes como o Aizomê e o Tessen, em São Paulo (SP).</p>
<p>“Muitos restaurantes servem carne do <span class="il">Wagyu</span>, mas sem exigem certificação. O que estamos fazendo é criar um elo entre produtor e restaurante, garantindo o fornecimento de uma carne 100% rastreada e certificada, seja de animais puros ou cruzados”, afirma George Gottheiner, presidente da Associação Brasileira dos Criadores da Raça <span class="il">Wagyu</span>.</p>
<h2>Pecuária japonesa na capital paulista</h2>
<p>Gottheiner participou recentemente do <em>Taste Of São Paulo</em>, um dos principais festivais gastronômicos do mundo, e ao perguntar a um público de 80 pessoas quem sabia que o <span class="il">Wagyu</span> também era criado no Brasil só uma levantou a mão, mesmo existindo uma gigantesca demanda por essa carne no Brasil.</p>
<p>“O segredo para atrair novos investidores e consumidores está no paladar, razão pela qual é importante participar de eventos gastronômicos”, disse o presidente da associação. O marmoreio tão apreciado na pecuária japonesa e brasileira exige do animal mais de 300 dias em confinamento.</p>
<p>Os elevados custos com a alimentação, entre outros insumos, exigem que o criador assuma total controle sobre a produção, razão pela qual Daniel deve inaugurar, no primeiro semestre de 2018, um entreposto de desossa, terceirizando o abate.“O porcionamento da carcaça é quase artesanal, exigindo máximo aproveitamento dos cortes”, explica Daniel.</p>
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