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	<title>Arquivos Tricross - Pec Press®</title>
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	<title>Arquivos Tricross - Pec Press®</title>
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		<title>Heterose sozinha não garante resultados no cruzamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 20:42:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[Angus]]></category>
		<category><![CDATA[heterose]]></category>
		<category><![CDATA[Tricross]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A heterose ou vigor híbrido, que ainda pode ser definida como choque de sangue entre as diferentes raças utilizadas em um cruzamento, sozinha, já é capaz de proporcionar um salto quantitativo de 15% nos índices produtivos do rebanho. É uma equação muito simples. A mãe natureza extrai para o híbrido gerado as melhores características dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A heterose ou vigor híbrido, que ainda pode ser definida como choque de sangue entre as diferentes raças utilizadas em um cruzamento, sozinha, já é capaz de proporcionar um salto quantitativo de 15% nos índices produtivos do rebanho.</p>
<p>É uma equação muito simples. A mãe natureza extrai para o híbrido gerado as melhores características dos seus progenitores. Quanto maior o distanciamento sanguíneo, mais superior será o indivíduo em comparação à média dos seus pais.</p>
<p>Por este motivo que o bezerro meio-sangue zebuíno/taurino – nosso formidável F1 – caiu nas graças da pecuária de resultados. Possui qualidade de carne melhor que a da mãe-zebu e maior rusticidade e adaptabilidade em relação ao pai taurino.</p>
<p>Mas de tão simples torna-se perigosa em mãos descuidadas. Não é porque cruzou que um milagre vai acontecer na produção de carne da sua fazenda.</p>
<p><strong>Torna-se improvável agregar aquelas três ou mais arrobas almejadas no peso ao abate do lote – oito meses mais cedo – se a genética utilizada no cruzamento realizado não permitir margem para tanto</strong>.</p>
<blockquote><p>“Heterose não faz milagre. Temos de considerar também o efeito aditivo [complementar] tanto entre as raças utilizadas quanto entre os indivíduos escolhidos”, advertem Gilberto R.O. Menezes e Roberto A.A. Torres Júnior, pesquisadores da Embrapa Gado de Corte, em um recente artigo assinado.</p></blockquote>
<p>Características ligadas à adaptação e reprodução tendem a apresentar os maiores acréscimos enquanto aquelas relacionadas ao desempenho e à carcaça são menores</p>
<h2><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Só heterose não basta</span></h2>
<p>Ou seja, se uma das raças possuir desempenho muito inferior ao da outra, será difícil o bezerro superar a média da mãe ou do pai mais produtivo. Igualmente, a regra se aplica aos indivíduos, isoladamente. Note, caro leitor, que temos dois agentes envolvidos: o fator raça e o casal de animais envolvidos no acasalamento em si.</p>
<p>Ainda tem outro agravante: além da genética ser aditiva, é preciso garantir uma dieta diferenciada à “fábrica de carne” que se acabou por criar. Flancos de capim em cima de argila não oferecem condições para que o “modo-turbo” dos genes seja ativado.</p>
<p>Segundo os geneticistas mais conservadores, em via de regra, o vígor híbrido é responsável por incrementos na ordem de 15% em produtividade. Já os pesquisadores da Embrapa Gado de Corte são mais audaciosos e dizem que os ganhos podem atingir ou até superar os 30%.</p>
<p>Eles explicam que características ligadas à adaptação e reprodução tendem a apresentar os maiores acréscimos enquanto aquelas relacionadas ao desempenho e à carcaça são menores.</p>
<p>Para o zootecnista Alexandre Zadra, o ganho em peso de um meio-sangue Angus X Nelore pode ser 15% a 20% maior que o de um zebu puro.</p>
<p>“A forma de se obter o máximo benefício do cruzamento industrial é conduzi-lo com animais de qualidade genética superior. O criador que falha ao não considerar a avaliação genética contribui para o fornecimento de gado de baixo desempenho e um menor interesse na raça envolvida”, conclui o pesquisador Gilberto Menezes.</p>
<p>Por esta razão, não basta cruzar, é necessário enxergar a técnica com uma visão mais ampla. Conhecer se o produto cruzado tem mercado, se vão pagar mais pela @ e se existe acesso a insumos importantes como suplementação, fertilizantes e mão de obra qualificada faz toda a diferença.</p>
<h2><strong>Mais um pouco sobre Heterose</strong></h2>
<p>De acordo com informações das pesquisadores Juliana Santin e Liziana Rodrigues, em artigo para uma revista especializada em pecuária de corte, a<em> </em>literatura descreve a existência de três tipos de heterose, a individual, a materna e a paterna.</p>
<p>A individual, como o próprio nome sugere, aplica-se ao próprio animal em relação à média dos seus pais, por meio do aumento de sua produtividade e vigor, sendo função das combinações gênicas presentes na geração corrente.</p>
<p>A heterose materna manifesta-se na população por meio de efeitos da utilização de fêmeas de cruzamento ao invés de puras. Já a heterose paterna refere-se a qualquer vantagem na utilização de reprodutores puros de raças de cruzamento industrial sobre a performance da progênie.</p>
<p>Importante salientar que tanto o choque de sangue paterno como o materno são funções de combinações gênicas presentes na geração anterior, o que não pode ser confundido com heterozigose.</p>
<h2><strong>O que é heterozigose?</strong></h2>
<p>Heterozigose é um conceito estatístico que define a probabilidade de que os alelos (genes) de um determinado <em>locus</em> (segmento) provenham de raças distintas.</p>
<p>Assim, ao se cruzar Angus e Nelore, a heterozigose é de 100%, pois 100% dos genes estão vindo de raças puras diferentes.O mesmo se pode ocorrer ao cruzar animais da mesma subespécie de raças iguais, como Nelore e Tabapuã.</p>
<p>Juliana e Liziana reforçam que heterose e heterozigose são conceitos distintos. A heterose consiste no quanto melhor é o desempenho do F1 em comparação ao desempenho dos seus pais de raça pura, como dito no início deste artigo.</p>
<h2><strong>Como calcular o choque de sangue?</strong></h2>
<p>Vejamos o exemplo de um Nelore com peso de 180 quilos e um Angus de 250 quilos. Fazendo uma média das duas raças, chega-se a 215 quilos <u>no desmame</u>.</p>
<p>Agora, imaginemos se os bezerros originados desse cruzamento registrem um peso de 250 quilos no desaleitamento devido à heterose. Fazendo a diferença entre o peso dos animais F1 em relação à média dos pais, temos: 250 – 215 = 35 quilos.</p>
<p>Ao dividir esse valor pela média dos pais, se chega ao valor da heterose em porcentagem: <strong>250 – 215 = 35 : 215 X 100 = 16% de heterose</strong>.</p>
<p>No caso de uma cruza entre dois zebuínos, a exemplo do Nelore e Tabapuã, tomando como ponto de partida o peso ao desmame de 180 quilos para o Nelore e de 210 quilos para os animais da raça Tabapuã, temos uma média de 195 quilos.</p>
<p>Assim, considerando que os animais F1 zebuíno tenham um peso médio ao desmame de 220 quilos, temos: <strong>220 – 195 = 25/195 * 100 = 12,8% de heterose</strong>.</p>
<p>Mesmo havendo, nos dois casos, 100% de heterozigose, a diferença na heterose é determinada pela maior distância genética entre as raças acasaladas.</p>
<p>A heterose é diretamente proporcional à heterozigose, ou seja, quanto maior essa última, maior será a outra. Mas vale ressaltar que o valor da heterose nunca alcançará 100%.</p>
<p>Tudo isso mostra que a única coisa que podemos administrar realmente num cruzamento industrial é a heterose. <a href="https://pecpress.com.br/cruzamento-tricross-para-superprecoce/">Encontre mais informações sobre o assunto neste artigo.</a></p>
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		<title>Cruzamento tricross é o caminho para superprecoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2021 18:32:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BLOG]]></category>
		<category><![CDATA[Angus]]></category>
		<category><![CDATA[F1]]></category>
		<category><![CDATA[Tricross]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Peço licença aos meus mentores que ensinaram que tricross é um neologismo e, por este motivo, o correto seria usar a expressão inglesa Three Crossover, termo original para designar o cruzamento tricross. Apesar de o termo não existir, faço coro ao time de zootecnistas, médicos-veterinários e pecuaristas de todo o País e adoto o tricross mesmo, o atual caminho [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Peço licença aos meus mentores que ensinaram que <em>tricross </em>é um neologismo e, por este motivo, o correto seria usar a expressão inglesa <em>Three Crossover</em>, termo original para designar o cruzamento tricross.</p>
<p>Apesar de o termo não existir, faço coro ao time de zootecnistas, médicos-veterinários e pecuaristas de todo o País e adoto o tricross mesmo, o atual caminho para a produção de novilhos superprecoces de alto valor agregado.</p>
<p>Hoje, os pecuaristas contam com uma pedra fundamental muito interessante para construir suas fábricas de carne, que é a vaca meio-sangue Angus X Nelore, também chamada de “F1”.</p>
<p>Existem muitas outras opções que também geram ótimo resultado tanto no pasto quanto no confinamento, muitas vezes até sem necessitar de cruzamento industrial, mas as vacas “F1”, em especial, já somam cerca de 3 milhões de cabeças na pecuária nacional.</p>
<p>Com faro apurado e a escolha correta da terceira raça, além de contar com boia farta no cocho, produzir bezerros terminados com 20@ aos 13 meses parece até coisa simples.</p>
<p>Só que erros sutis podem tornar esse sistema oneroso, ainda mais que a saca de milho está com os preços nas alturas. Agora, a pergunta que fica é: qual seria a raça apropriada para usar em cima da meio-sangue Angus X Nelore (ou F1)?</p>
<p>Esta é uma escolha complexa que depende de diversos fatores de ordem climática, de manejo e até comerciais. Acompanhe o raciocínio: calor e umidade (e falta dela) podem influenciar negativamente o desempenho do produto final.</p>
<p>O mesmo ocorre em relação à qualidade do pasto; se ruim, não supre um mínimo de proteína ao animal, e ao sempre soberano mercado. O frigorífico precisa desembolsar uma boa bagatela, senão fica difícil ser persuadido a investir em uma produtividade quase industrial com o cruzamento tricross.</p>
<p>Tecnicamente, têm-se alguns gargalos, a começar pela própria heterose, pois sozinha ela NÃO FAZ MILAGRE. Leia esse outro artigo para saber mais.</p>
<p><strong>Quanto maior a distância dos genes entre as raças utilizadas maior será a média produtiva do bezerro em relação aos seus pais. Por isso a meio-sangue Angus X Nelore é tão boa, porque temos 50% de zebuíno e 50% de sangue taurino.</strong></p>
<p>Se voltar um touro <em>bos indicus</em>, teremos 75% de sangue mais azebuado<em>. </em>Ganha-se em rusticidade, adaptabilidade, habilidade materna e perde-se em conversão alimentar, velocidade de acabamento e qualidade de carne.</p>
<p>O inverso também ocorre. Com um touro <em>bos taurus</em> entrando na jogada, 75% do sangue será taurino, com melhor carcaça, ganho em peso, acabamento rápido e qualidade de carne e piores adaptabilidade e resistência a ecto e endoparasitas.</p>
<p>As condições de cada propriedade e a destinação do produto final, se para clima mais quente/seco ou mais temperado/úmido, se a pasto ou em confinamento e ainda se novilho precoce ou bonificação <em>Premium,</em> ajudam a definir a terceira raça.</p>
<h2>Qual touro utilizar no cruzamento tricross?</h2>
<p>Para sair desta sinuca de bico dos 75% de sangue taurino ou zebuíno, a preferência para fechar o cruzamento tricross, predominantemente, tem girado em torno de raças adaptadas como Senepol, Bonsmara ou Caracu e compostos como Brangus, Braford e Canchim.</p>
<p>Mas não se deve esquecer jamais que  a F1 (a base meio-sangue) é uma novilha que, sem esforços, emprenha aos 14-15 meses a pasto ou 12-13 meses de idade com suplementação, parindo entre os 21 e 22 meses.</p>
<p>Ou seja, ela gera a prenhez enquanto ainda se encontra numa fase de pleno desenvolvimento corporal e suas reservas energéticas necessárias para o crescimento são, também, drenadas pelo embrião.</p>
<p>E quanto maior o volume de comida servido maior será o bezerro ao nascimento e mais vagaroso o crescimento da jovem mãe.</p>
<p>Então, além da composição sanguínea mais favorável, é preponderante o uso de touros com DEPs (Diferenças Esperadas na Progênie) negativas para peso ao nascer, mas que sejam de <u>rápido crescimento</u>.</p>
<p>Achar essas duas pérolas juntas dá trabalho porque, com exceção a raças naturalmente menores, é um material genético disponível apenas em reprodutores provenientes de seleção massal. Já quando a F1 torna-se vaca, é o momento de explorar a heterose.</p>
<p>Neste tocante, conheci um belo exemplo de trabalho. Em Rio Verde de Goiás, onde a Fazenda Reunidas Baumgart fez tricross utilizou Senepol nas F1 primíparas, para prevenir problemas de parto, e Brangus ou Braford nas multíparas, com o objetivo de produzir carcaças maiores.</p>
<p>O uso do Senepol gerou bezerros de 20@ aos 13 meses e os compostos desmamaram aos 8-9 meses com uma média de 295 kg, isso com <em>creep-feeding</em>, claro.</p>
<p>Em relação aos touros, indivíduos de frame maior (grandes) geram crias mais exigentes na dieta e mais tardios na terminação.</p>
<p>Aproveitando a deixa, se objetiva marmoreio, os projetos de seleção para tal característica são incipientes na maioria dos zebus e adaptados, mas, no caso do Angus, existe o selo “Angus Black”, que atesta a produção de maior volume de gordura entre as fibras.</p>
<h2>Por quanto tempo segurar o tricross?</h2>
<p>Para encerrar, por quanto tempo segurar uma F1 Angus X Nelore no rebanho? Quem responde é o zootecnista Daniel Carvalho: “no caso de se fazer retrocruzamentos absorventes, ela servirá de base.</p>
<p>Caso produza para abate, segurar até a segunda cria é a prática convencionada, pois “a proporção de quilos de bezerro desmamado por quilos de vaca adulta ainda será interessante e não mais além disso”, explica.</p>
<p>Na tabela a seguir há alguns exemplos tricross de raças de diferentes grupos genéticos, mas, certamente, devem existir fazendas-modelo que superam tais marcas, inclusive vi um resultado muito interessante de Guzerá no face recentemente. Agora é com você! <a href="https://pecpress.com.br/heterose-sozinha-nao-garante-resultados/">Leia também este post sobre heterose no cruzamento industrial.</a></p>
<h3><strong>Vejamos os resultados de cruzamentos <em>tricross</em></strong></h3>
<table style="width: 84.4743%;" width="440">
<tbody>
<tr>
<td style="width: 83.6401%;" colspan="5" width="430"><strong>Desempenho do tricross sobre base meio-sangue Nelore X Angus no abate</strong><strong> </strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 13.3333%;" width="51"><strong>Idade</strong></td>
<td style="width: 16.6061%;" width="66"><strong>Raça</strong></td>
<td style="width: 11.3939%;" width="42"><strong>Peso</strong></td>
<td style="width: 33.261%;" width="186"><strong>Sistema de Criação</strong></td>
<td style="width: 9.04578%;" width="61"><strong>Estado</strong></td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 13.3333%;" width="51">13 meses</td>
<td style="width: 16.6061%;" width="66">Senepol</td>
<td style="width: 11.3939%;" width="42"><a href="mailto:20@">20@</a></td>
<td style="width: 33.261%;" width="186">Creep+Confinamento Intensivo</td>
<td style="width: 9.04578%;" width="61">GO</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 13.3333%;" width="51">16 meses</td>
<td style="width: 16.6061%;" width="66">Braford</td>
<td style="width: 11.3939%;" width="42"><a href="mailto:18@">18@</a></td>
<td style="width: 33.261%;" width="186">Creep+Confinamento Intensivo</td>
<td style="width: 9.04578%;" width="61">MS</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 13.3333%;" width="51">21 meses</td>
<td style="width: 16.6061%;" width="66">Guzerá</td>
<td style="width: 11.3939%;" width="42"><a href="mailto:18@">18@</a></td>
<td style="width: 33.261%;" width="186">Pasto+Confinamento Estratégico</td>
<td style="width: 9.04578%;" width="61">GO</td>
</tr>
<tr>
<td style="width: 13.3333%;" width="51">24 meses</td>
<td style="width: 16.6061%;" width="66">Charolês</td>
<td style="width: 11.3939%;" width="42"><a href="mailto:22@">22@</a></td>
<td style="width: 33.261%;" width="186">Confinamento Intensivo</td>
<td style="width: 9.04578%;" width="61">MT</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Leilão inédito dissemina genética Ultrablack para sete Estados</title>
		<link>https://pecpress.com.br/leilao-dissemina-genetica-ultrablack-para-sete-estados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 09:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[Agrocafezinho]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária Cafezinho]]></category>
		<category><![CDATA[Angus]]></category>
		<category><![CDATA[brangus]]></category>
		<category><![CDATA[Tricross]]></category>
		<category><![CDATA[Ultrablack]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adriano Oliveira e Mairo Wellington, da Agropecuária Cafezinho e UNI Assessoria, de São Anto Antônio de Posse (SP), conduziram na noite de 12 de dezembro, no restaurante Che Bárbaro, em São Paulo (SP), o primeiro leilão de animais Ultrablack do Brasil, raça sintética homologada pelo Ministério da Agricultura em fevereiro deste ano. Com a presença [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Adriano Oliveira e Mairo Wellington, da Agropecuária Cafezinho e UNI Assessoria, de São Anto Antônio de Posse (SP), conduziram na noite de 12 de dezembro, no restaurante Che Bárbaro, em São Paulo (SP), o primeiro leilão de animais Ultrablack do Brasil, raça sintética homologada pelo Ministério da Agricultura em fevereiro deste ano.</p>
<p>Com a presença da imprensa, criadores, técnicos e autoridades, o evento movimentou R$ 335.000,00, genética que chamou a atenção de investidores em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro.</p>
<p>“Foi um sucesso total de vendas e já estamos planejando o próximo leilão para 2018”, revela Mairo Wellington. Foram negociados 3 futuros reprodutores, entre cotas inteiras e de 50%, 3 fêmeas, 30 prenhezes e 54 embriões da raça Ultrablack.</p>
<p>Coroando o crescimento do mercado de carne de alta qualidade, os promotores também venderam genética Abeerden Angus, sendo 2 touros de central, 2 reprodutores, 1 fêmea e 2 prenhezes, totalizando 29 lotes. Os proprietários da Agropecuária Cafezinho aproveitaram a oportunidade para arrematar a outra cota de 50% do touro BMV Ultrablack Alex 010, destaque do leilão, que tinham em sociedade, por R$ 21 mil.</p>
<p>Ele e os demais touros à venda saíram contratados pela Araucária Genética, do Paraná, com sêmen disponível no mercado já no próximo ano.  Mesmo com a oficialização da raça apenas no começo de 2017, o MAPA começou a homologação do registro de animais Ultrablack anteriormente produzidos ao período, como visto do 1ª Leilão de Animais Ultrablack – Agropecuária Cafezinho &amp; Convidados, onde foram leiloados animais nascidos entre novembro e dezembro de 2016.</p>
<h2><strong>Ultrablack</strong></h2>
<p>Ultrablack é uma raça sintética já consolidada na Austrália e nos Estados Unidos, oriunda do cruzamento entre Angus e Brangus. Em sua composição genética, ele apresenta 82% de sangue taurino britânico e 18% de zebuíno, o suficiente servir a vacada meio sangue-angus no Brasil Central, de acordo com informações da Associação Brasileira de Angus.</p>
<h2><strong>Cruzamento com vaca F-1 Angus </strong></h2>
<p>Segundo projeções de mercado, existem cerca de 3 milhões de fêmeas meio-sangue Angus nos pastos brasileiros. Isso se dá pelo fato de os produtores negociarem os machos dentro dos padrões do Programa Angus Carne Certificada e reterem as fêmeas para uma cria ou mais, em virtude da excelente habilidade maternal que apresentam.</p>
<p>Antes do Ultrablack, a destinação dessas fêmeas para produzir gado tricross era incerta, por não permitir o teto de bonificação de certificação da ABA. Os modelos internacionais indicam que bezerros de touros Ultrablack em vacas nessas vacas apresentam mais de 66% de sangue britânico, contribuindo à ampliação no processamento de carnes especiais.</p>
<p>Segundo Adriano Oliveira, todos os lotes negociados no leilão têm origem em parte das melhores doadoras Brangus do Brasil com touros Aberdeen Angus mundialmente consagrados em qualidade de carne, como Ten X, Yahoo, In Sure, Nonebetter e Perfect Ten.</p>
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