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	<title>Pec Press®</title>
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		<title>Primeiro biofertilizante registrado no Brasil bate a marca de 20 milhões de hectares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:35:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o corpo de pesquisa da atual Rovensa Next concebeu o Vorax, em 2013, ainda não se sabia do verdadeiro potencial do mercado de produtos biológicos. Passados 11 anos, o primeiro, e mais reconhecido, biofertilizante registrado no Brasil é sucesso de vendas até mesmo na Europa, e em mais de 20 países, atingindo a marca [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o corpo de pesquisa da atual Rovensa Next concebeu o Vorax, em 2013, ainda não se sabia do verdadeiro potencial do mercado de produtos biológicos. Passados 11 anos, o primeiro, e mais reconhecido, biofertilizante registrado no Brasil é sucesso de vendas até mesmo na Europa, e em mais de 20 países, atingindo a marca de 20 milhões de hectares tratados.</p>
<p>A princípio, o produto criado 100% com tecnologia nacional tinha sido desenvolvido para servir de base de aminoácidos a fertilizantes, matéria-prima antes extraída de subprodutos da indústria alimentícia. Porém, os sucessivos aumentos de produtividade registrados, na casa de cinco, dez, 15, 20% ou mais, em diversas culturas, passaram a intrigar pesquisadores e produtores. Ainda assim, o caminho para ser reconhecido como fertilizante biológico não foi fácil.</p>
<p>Foram três anos para o desenvolvimento da formulação inicial, mais três para colocá-lo de forma definitiva no mercado (em 2013) e mais cinco para conseguir o registro de biofertilizante no Ministério da Agricultura e Pecuária, no final de 2018, após diversas pesquisas comprovarem cientificamente sua eficácia. Em 2019, depois do lançamento internacional, realizado em Barcelona, na Espanha, durante o Congresso Mundial de Biofertilizantes, Vorax ganhou o mundo com o nome de Biimore e Quikon, por conta da política de registro de marcas e patentes de alguns países.</p>
<p>“Foi uma batalha árdua, de vários anos, para montar um dossiê suficientemente robusto para conseguir o registro. Na época, nenhuma empresa tinha conseguido provar que seu produto entregava benefícios relacionados ao que se pode definir como biofertilizante”, lembra Rafael Leiria Nunes, diretor de Suprimentos e Operações da Rovensa Next Brasil. Foram diferentes concentrações e formulações, centenas de testes de campo, pesquisas e teses de mestrado e doutorado, inclusive, a mais recente delas foi destaque na capa do jornal Molecular Omics.</p>
<p>O artigo publicado no periódico científico mais prestigiado da Inglaterra investigou, no ano passado, a resposta dos mecanismos de tolerância ao estresse do feijoeiro após ser tratado com Vorax, por meio de análise metabolômica – área ainda pouco explorada por cientistas no mundo inteiro. Em resumo, a pesquisa concluiu que a concentração de metabólitos específicos aumentou no feijoeiro depois da aplicação do bioestimulante, correlacionando-os ao aumento da tolerância a condições adversas como ausência de luminosidade ou deficiência hídrica.</p>
<p>O metabólito é uma molécula de baixo peso molecular e pode ser dividido em dois grupos: primários e secundários. Os primários seriam aminoácidos, enzimas, vitaminas e ácidos orgânicos – os princípios ativos de Vorax – e os secundários estariam relacionados a manifestações anticancerígenas, antibióticas e antiparasitárias. O biofertilizante da Rovensa Next é obtido da fermentação de substratos vegetais orgânicos com uma cepa exclusiva de bactéria.</p>
<p>“A principal mudança no Vorax nos últimos cinco anos, pensando na expansão mundial do produto, foi trabalhar com substratos vegetais orgânicos, porque isso garantiria a inexistência de traços de resíduos de agroquímicos utilizados na cultura. Assim, não haveria riscos de imposição de barreiras na Europa ou em mercados muito exigentes, como o de frutas e café brasileiros, por envolver produtos de exportação”, explica Leiria.</p>
<p>Segundo o diretor da Rovensa Next Brasil, chama atenção o modo de ação diferenciado de Vorax, do ponto de vista fisiológico da planta, mesmo sob aplicação de doses pequenas. “Isso foi uma surpresa num determinado momento, além de ser um grande diferencial de sustentabilidade, pois poucos mililitros permitem tratar vários hectares”, relata o especialista. Até o momento, Vorax é recomendado para dez culturas e a dosagem média é de 30 ml/ha, podendo chegar a 100 ml/ha, a depender da espécie. Esta dosagem é dez a 40 vezes menor que a dos estimulantes tradicionais.</p>
<h2><strong>Sustentável até na embalagem </strong></h2>
<p>Para impactar o produtor a respeito dos diferenciais de Vorax, a empresa inovou na apresentação. Inicialmente, a embalagem era aquela comum a todos os agroquímicos, mas dourada, cuja cor, tom e brilho necessários foram um verdadeiro desafio. Depois evoluiu à atual, esteticamente mais bonita, mais resistente, com a presença de hologramas no rótulo, além de ser produzida 100% de material reciclado. Este trabalho começou em parceria com a Campo Limpo, programa brasileiro de logística reversa do Instituto Nacional de Processamento e Embalagens Vazias (INPEV).</p>
<p>Dados do órgão apontam que uma embalagem reciclada, como é o caso de Vorax, gera 70% menos emissões de equivalente-CO2 comparada ao processo de fabricação de uma nova. “Vorax tem um apelo sustentável para agricultura; está totalmente alinhado às metas de ESG da companhia e com o que a própria sociedade espera de insumos agrícolas mais avançados tecnologicamente, em termos de eficiência, resultado, respeito ao ambiente e proteção da saúde humana”, conclui Leiria.</p>
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		<title>MFG Agropecuária bate recorde e prevê terminar o ano com 350 mil cabeças</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:29:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com seis confinamentos espalhados pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, a MFG Agropecuária apresenta recorde de lotação neste primeiro giro de confinamento, que iniciou em maio, junho e segue até o final de julho. Cerca de 95% da capacidade estática – calculada em 140 mil animais – já [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com seis confinamentos espalhados pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e São Paulo, a MFG Agropecuária apresenta recorde de lotação neste primeiro giro de confinamento, que iniciou em maio, junho e segue até o final de julho. Cerca de 95% da capacidade estática – calculada em 140 mil animais – já está ocupada, devendo atingir a totalidade no decorrer dos próximos dias.</p>
<p>O mesmo é esperado para o segundo, em agosto, setembro e outubro, e outro meio giro que ocorrerá em novembro e dezembro. A expectativa é chegar ao final de 2024 com 350 mil cabeças abatidas, em 2,5 giros, o maior volume já registrado pela empresa nos seus 17 anos. Embora o abate de fêmeas continue pressionando as cotações do boi gordo, o mercado está favorável para a atividade de engorda.</p>
<p>“No momento, presenciamos uma boa estabilidade dos custos de produção do boi gordo, principalmente em relação às commodities mais utilizadas na dieta do gado. Há uma boa oferta de algodão e milho no mercado”, avalia Vagner Lopes, gerente de Confinamento e responsável por toda operação da MFG Agropecuária. O preço do grão carro-chefe da nutrição animal, o milho, por exemplo, está em queda há mais de um ano, sendo cotado, em média, a R$ 50,00 a saca.</p>
<p>Segundo o gerente de Confinamento da MFG Agropecuária, o momento é oportuno para iniciar a reposição do rebanho e ainda preparar terreno para a tão aguardada virada do ciclo pecuário. “Para o pecuarista repor bezerros, obviamente, ele terá de aliviar as pastagens enviando a boiada mais pesada para terminação no confinamento”, explica Vagner Lopes.</p>
<p>Aliás, mais do que nunca, esse manejo será necessário para enfrentar a seca, pois, nas principais regiões produtoras do país, ou ela chegou mais cedo ou espera-se que seja mais prolongada. “O segundo semestre também será movimentado para os confinamentos porque o pecuarista passou a apostar mais nesta ferramenta, vendendo seus animais ou sendo parceiro da MFG. Além de usá-la para diminuir a taxa de lotação da pastagem ou fazer a troca de estoque, ele pode travar o preço de venda no mercado futuro e, assim, garantir uma margem de lucro satisfatória”, afirma Vagner Lopes.</p>
<h2><strong>Premiações de carcaça</strong></h2>
<p>Além de contemplar a trava de preço na B3, as parcerias de engorda da MFG Agropecuária dão acesso a um pacote de premiações por qualidade de carne. Seriam elas “Boi Europa”, cronologia de animais até quatro dentes e um prêmio concedido ao engordar os animais nos cochos da empresa, além dos programas específicos do estado do Mato Grosso do Sul (Carne Orgânica do Pantanal e Novilho Precoce MS).</p>
<h2><strong>Virada do ciclo pecuário</strong></h2>
<p>No primeiro semestre deste ano, o abate de fêmeas continuou pressionando as cotações do boi gordo. De acordo com dados do IBGE, nos três primeiros meses, o aumento foi de 28,2%, em comparação ao mesmo período do ano passado, enquanto os machos apresentaram crescimento de 21,7%, culminando numa média geral de 24,6%. O reflexo disso foi um recuo de 13% na cotação do boi gordo desde janeiro, mas, por outro lado, o preço do bezerro arrefeceu apenas 1,2% no mesmo período.</p>
<p>“Quando o preço do bezerro começa a se firmar um pouco, também se inicia a diminuição da pressão da oferta de fêmeas. Consequentemente, há margem para que o abate de matrizes diminua ao longo do ano e também do primeiro semestre de 2025, gerando um cenário mais firme para o boi gordo”, conclui Hyberville Neto, analista de mercado da HN Agro convidado pela MFG para uma série de eventos pelo Brasil.</p>
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		<title>Corte VPJ ganha nota máxima no teste sensorial mais rigoroso do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 20:12:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ribeye Steak Angus, um corte especial do lombo bovino, também conhecido como bife ancho, filé de costela, entrecôte ou noix, produzido pela VPJ Alimentos, alcançou um feito histórico para a gastronomia brasileira ao conquistar nota máxima no Superior Taste Award 2024, em avaliação realizada nos Emirados Árabes, pelos mais renomados chefs do mundo. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ribeye Steak Angus, um corte especial do lombo bovino, também conhecido como bife ancho, filé de costela, entrecôte ou noix, produzido pela VPJ Alimentos, alcançou um feito histórico para a gastronomia brasileira ao conquistar nota máxima no Superior Taste Award 2024, em avaliação realizada nos Emirados Árabes, pelos mais renomados chefs do mundo.</p>
<p>A chancela é concedida a cada seis meses pelo International Taste Institute. Com sede em Bruxelas, na Bélgica, o instituto é o mais respeitado na Europa e em todo o mundo, por valorizar as características mais apreciadas pelo consumidor. Nesta edição, foram avaliados 2.673 produtos, entre alimentos e bebidas de diversas nacionalidades.</p>
<p>O júri do Superior Taste Award é composto por 100 chefs e 100 sommeliers renomados da Europa, com destaque a Gabriel Biscay (M.O.F. e 2 estrelas Michelin), Michael Vanderhaeghe (2 estrelas Michelin), Bernard Vaussion (chef de cozinha do Presidente da França), Christian Brancaleoni (Melhor sommelier da Itália em 2022), Ferran Vila-Pujol, (Melhor sommelier da Espanha em 2022), e Julie Dupouy (3ª colocada no concurso Melhor Sommelier do Mundo 2016), entre muitos outros.</p>
<p>A avaliação dos jurados foi feita a partir de um teste cego das características sensoriais da carne, incluindo primeira impressão, visão, cheiro, textura (maciez) e sabor. Para obter o selo, o produto precisa de um escore médio de 70%, indicando ser bem elaborado, equilibrado e delicioso. Entretanto, o Ribeye Steak Angus, da VPJ, superou todas as expectativas. “Alcançamos 91,5% e os atributos com maior pontuação foram sabor, com 95,2% e maciez, com 96,5%, simplesmente os atributos que mais prezamos nos cortes VPJ, em decorrência de toda seleção genética e critérios de qualidade adotados para chegar a uma carne altamente marmorizada e suculenta, o que influencia diretamente no sabor e na maciez”, explica Valdomiro Poliselli Júnior, proprietário da VPJ Alimentos.</p>
<p>Mas esta é só a ponta do iceberg de uma trajetória de sucesso. A VPJ Alimentos possui um programa que seleciona rigorosamente os melhores animais para produzir uma carne com qualidade, padrão e constância para o consumidor. Além disso, toda linha de produção de carne bovina Angus da VPJ Alimentos passa pelo crivo do Programa Carne Angus Certificada (auditada pela empresa europeia TUV Rheinland) e é a primeira empresa a receber o selo ANGUS GOLD. Também é pioneira na utilização de um programa de classificação de carcaças pela instituição independente Brazil Beef Quality, detentora de um sistema que utiliza inteligência artificial para avaliação de 15 características de qualidade.</p>
<p>De acordo com Laurent van Wassenhove, diretor geral do International Taste Institute, embora saúde e sustentabilidade sejam premissas importantes na indústria alimentícia, o investimento em qualidade também é um grande diferencial das marcas.  “Comer tem a ver com prazer e sensação de bem-estar. Se você conseguir criar uma experiência gastronômica agradável, manterá sua base de clientes”, avalia.</p>
<p>É isso que a VPJ Alimentos faz há mais de 20 anos. A VPJ Pecuária, empresa pertencente ao mesmo grupo, é pioneira no cruzamento industrial no Brasil e a VPJ Alimentos é a primeira indústria a produzir Carne Angus Certificada com garantia de origem, da genética ao prato.</p>
<p>Também foi a primeira empresa do Brasil a receber a certificação para hambúrgueres de carne Angus. O hambúrguer de costela Black Angus VPJ foi eleito o melhor do país pelo caderno Paladar, do respeitado jornal O Estadão de São Paulo.</p>
<p>Hoje, a VPJ Alimentos é referência no setor e uma das poucas a controlar a cadeia produtiva de carne de ponta a ponta. Os mais de 800 produtos, de 12 marcas diferentes de carnes bovina, suína e ovina, estão presentes nos melhores supermercados, restaurantes, redes de fast food e boutiques de carnes do Brasil, incluindo, uma rede própria, a Steak Store com unidades em Campo Grande (MS), Pirassununga (SP), Ribeirão Preto (SP), Jaguariúna (SP) e nos bairros paulistanos do Morumbi, Alphaville e Granja Vianna.</p>
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		<title>Ecossistema digital presente na Agrishow equivale a 66% das pessoas ocupadas nos estabelecimentos agropecuários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 20:24:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante a Agrishow, de 29 de abril a 3 de maio, em Ribeirão Preto (SP), o Grupo MF Rural comemora duas décadas de contribuição ao agronegócio brasileiro, ocasião em que serão apresentadas as mais recentes inovações de um completo e pioneiro ecossistema digital. Convergindo demanda e oferta na mesma plataforma, um grande contingente de produtores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a Agrishow, de 29 de abril a 3 de maio, em Ribeirão Preto (SP), o Grupo MF Rural comemora duas décadas de contribuição ao agronegócio brasileiro, ocasião em que serão apresentadas as mais recentes inovações de um completo e pioneiro ecossistema digital. Convergindo demanda e oferta na mesma plataforma, um grande contingente de produtores rurais é atraído pelas facilidades do universo digital.</p>
<p>No ano passado, apenas o <em>marketplace</em> MF Rural recebeu mais de 10 milhões de visitantes únicos, o equivalente a 66% de todas as pessoas ocupadas nos estabelecimentos agropecuários. O cálculo considera dados do último Censo Agropecuário (2017), que aponta para um total de 15 milhões, entre produtores e parentes, além de empregados permanentes e temporários. “Obviamente, não há como ser categórico, mas podemos afirmar que marcamos presença na vida de produtores rurais, lojistas, intermediários, industriais, fabricantes e estudantes de Ciências Agrárias”, esclarece Roberto Fabrizzi Lucas, CEO do Grupo MF Rural.</p>
<p>Fato é que este tráfego sem precedentes confirma-se em diversas ferramentas analíticas e a maioria das transações envolve os produtores rurais, havendo maior saída de maquinários e implementos agrícolas, caminhões, tratores, furgões, animais de produção e até mesmo fazendas.</p>
<p>CEO do marketplace e irmão de Roberto, Rafael Lucas acrescenta que o ecossistema digital também ajuda a salvar negócios em potencial. Um bom exemplo é a história do produtor de acerola Antonio Eugênio Vicentin, de Irapuru, na Nova Alta Paulista, interior de São Paulo.</p>
<p>Devido à inadimplência gerada pelos poucos clientes locais, quase teve de fechar as portas, contudo, conseguiu recuperar-se com ajuda do MF Rural.</p>
<p>Um semestre foi suficiente para que compradores de várias regiões descobrissem a qualidade diferenciada de sua produção, fazendo o negócio prosperar de tal maneira que planeja construir uma fábrica de polpa para agregar valor à produção. Cerca de 75% da receita é gerada pelas transações no MF Rural. Isso foi possível porque cinco minutos bastam para expor um determinado produto a mais de 60 mil interessados em potencial, mensalmente.</p>
<h2><strong>Atrações  do ecossistema digital na Agrishow</strong></h2>
<p>O Grupo MF Rural terá um estande de 450 metros quadrados, em frente às montadoras, considerado um dos espaços mais privilegiados da mostra, que, neste ano, espera atrair quase 200 mil visitantes e 800 marcas expositoras.</p>
<p>O <em>layout</em> remonta ao ambiente digital, com a presença de parceiros do <em>marketplace</em>, de produtores de mudas a distribuidora de peças para máquinas e implementos agrícolas. No ano passado, essa interação somou R$ 100 milhões ao faturamento do evento. “Nosso estande contará com toda a estrutura necessária para que nossos parceiros explorem ao máximo a interação com o público investidor”, afirma o CEO do Grupo MF Rural.</p>
<h2><strong>Novidades surpreendem</strong></h2>
<p>Foi na edição passada que o Grupo MF Rural surpreendeu a todos com o lançamento oficial de seu ecossistema, resultado da junção de várias soluções antes oferecidas separadamente. É composto por dez serviços, sendo os mais recentes o MF Cast, MF Trip e o MF Class.</p>
<p>O primeiro é um <em>podcast</em> dedicado a compartilhar histórias inspiradoras do setor. Já soma 600 mil seguidores multiplataforma e pelo seu microfone já passaram lideranças, autoridades, consultores, pesquisadores, selecionadores, comunicadores e até celebridades, como o apresentador Ratinho e o ator, cantor e compositor Maurício Mattar, ambos com fortes laços no agro.</p>
<p>Já o MF Trip é uma agência de viagens técnicas, com roteiros que exploram mercados do agronegócio mundial. A estreia foi em março último, com um <em>tour</em> pela cadeia argentina de grãos, envolvendo paradas em lavouras, empresas, bolsa de comércio, porto e a maior feira daquele país, a ExpoAgro, realizada em Buenos Aires. Pelo sucesso alcançado, haverá uma segunda chamada, de 2 a 8 de junho, agora com passagem pela Agroactiva’2024, outra grande exposição agropecuária do país vizinho.</p>
<p>Também será representada a cadeia produtiva do leite, com a primeira viagem prevista para ocorrer de 5 a 10 de agosto, com visitas ao Sistema OCEPAR, fazendas de ordenha robotizada de alta performance, unidade de beneficiamento, cooperativa e encerramento na  Agroleite Castrolanda,  a maior vitrine tecnológica do leite.</p>
<p>Outro destino é a 57ª World Dairy Expo, que ocorre em outubro, em Madison, Wisconsin, nos Estados Unidos. É a maior exposição global do setor leiteiro, com a presença de 600 empresas de 26 países e uma programação com palestras, visitas técnicas, julgamentos, leilões e lançamentos.</p>
<p>Por fim, o MF Class é uma plataforma educacional com cursos ministrados pelos mais qualificados especialistas. É destinado a pecuaristas, agricultores, profissionais e também estudantes, com emissão de certificado de conclusão e mentoria.</p>
<p>O primeiro curso foi a criação de ovinos de corte, conduzido pelo zootecnista Walter Celani Júnior, profissional com vinte anos de atuação no ramo. É revelado por ele todas as oportunidades de um mercado com demanda elevada à carne de cordeiro superior, mas com pouco produto disponível.</p>
<p>Somam-se a estes serviços, o MF Rural, o primeiro e mais completo <em>marketplace</em> do agronegócio; o MF Pago, que amplia as opções de pagamento e assegura as transações até a chegada das mercadorias ao comprador; o MF Leilões, pioneiro na transmissão de remates pela Internet e no oferecimento de pré-lance; a agência de publicidade MF Play; o canal de notícias MF Magazine; o MF MOV, a primeira <em>logtech</em> do setor; e o MF Bank, concebido para simplificar as transações financeiras no campo.</p>
<h2><strong>Uma trajetória fascinante</strong></h2>
<p>O setor que mais emprega e movimenta a economia no país é ainda um reduto de histórias inspiradoras, como a de um médico-veterinário e administrador de fazendas obstinado em lançar um ambiente onde os produtores conseguissem respostas às suas demandas de uma só vez. Dessa forma, economizariam um tempo valioso à gestão administrativa dos rebanhos e lavouras.</p>
<p>Durante uma viagem de trabalho ao Canadá, em meados da década de 1990, o Dr. Wilson Oslis Sanches Lucas, hoje com 73 anos, conheceu um local semelhante ao que desejava implantar no Brasil. Uma espécie de shopping, com balcões de empresas e visitação permanente.</p>
<p>Ao retornar, pesquisou áreas que comportassem o negócio e até foi taxado de excêntrico, à época. Problemas pessoais interromperam o sonho, que saiu do papel apenas em 2004, com a Internet se popularizando entre os brasileiros e oferecendo um “oceano” de oportunidades.</p>
<p>Com ajuda dos filhos e também da esposa, o projeto deu origem ao MF Rural, tornando-se, então, o primeiro e mais completo ecossistema do agronegócio. É considerado um “divisor de águas” no varejo agropecuário, por movimentar, anualmente, bilhões de Reais em vendas transacionadas (clique <a href="https://youtu.be/MROhVovnl1Q?si=e0XUytnpQ6B_0qO0">aqui</a> e saiba detalhes sobre essa incrível história).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>=&gt; Mais informações sobre o ecossistema do Grupo MF Rural em</em> <a href="https://www.mfrural.com.br/"><em>https://www.mfrural.com.</em></a><a href="https://www.mfrural.com.br/">br/</a></p>
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		<title>Jacarezinho é o maior vendedor de touros do Brasil</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 01:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[maior vendedor de touros do brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Nelore]]></category>
		<category><![CDATA[nelore ceip]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com fazendas localizadas nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia, Agropecuária Jacarezinho é o maior vendedor de touros do Brasil, segundo o ranking TOP 100, projeto que está na 7ª edição e busca identificar quem são os 100 maiores players do setor. Realizado pela Revista AG e pelas consultorias BrasilcomZ, dedicada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com fazendas localizadas nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Bahia, Agropecuária Jacarezinho é o maior vendedor de touros do Brasil, segundo o ranking TOP 100, projeto que está na 7ª edição e busca identificar quem são os 100 maiores <em>players</em> do setor.</p>
<p>Realizado pela<a href="http://www.revistaag.com.br"> Revista AG</a> e pelas consultorias BrasilcomZ, dedicada ao mercado de gado zebuíno e FF Velloso &amp; Dimas Rocha Assessoria Pecuária, atuante no segmento de taurinos, a propriedade é bicampeã no levantamento.</p>
<p>Em 2021 comercializou 2.514 touros da raça Nelore, 49 a mais que em 2020 e 624 acima da segunda colocada. “Atendemos clientes do Brasil inteiro e uma fatia da América do Sul. Nossos touros são adaptados a vários biomas brasileiros, esse é um dos nossos maiores diferenciais”, avalia, satisfeito, Lucas Motta, gerente comercial da Agropecuária Jacarezinho.</p>
<p>Conforme relata Motta, a Agropecuária Jacarezinho tem metas pautadas na crescente demanda dos pecuaristas. “Estamos planejando, a cada ano, aumentar em 20% o volume produzido, sempre investindo em melhorias nas fazendas e na genética envolvida nos acasalamentos”, divulga.</p>
<p>Talvez a explicação desta evolução esteja na forte pressão de seleção exercida no plantel; apenas os 20 a 30% melhores machos de cada safra são comercializados como reprodutores, rendendo a eles um reconhecimento especial do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), com a concessão do Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP).</p>
<p>Concomitante ao descarte de animais inaptos à reprodução, todo o plantel é submetido a um respeitado programa de melhoramento, dirigido pela CIA de Melhoramento, responsável pela avaliação genética da Agropecuária Jacarezinho nos três estados.</p>
<p>O objetivo é produzir touros férteis, funcionais, precoces sexualmente, com ótimo ganho em peso e qualidade de carcaça, gerando o retorno econômico desejado por pecuaristas e confinadores interessados em bonificações por qualidade de carne nos frigoríficos.</p>
<p>E ainda traz consigo o trunfo de estar presente em três biomas diferentes: Amazônia, no Mato Grosso; Pantanal, no Mato Grosso do Sul; e o Cerrado, no Oeste Baiano, onde chove 700mm/ano, em média. Como resultado, vieram a consagração no TOP 100 como maior vendedor de touros do Brasil e a presença de dezenas de reprodutores com marca “AJ” nas principais centrais de inseminação artificial do Brasil.</p>
<p>“Se estamos no caminho certo? Eu entendo que encontramos a resposta nas centenas de propriedades de nossos clientes, onde nos transformamos em sinônimo de pecuária lucrativa, aquela que não perde em competitividade para as mais rentáveis culturas de grãos”, avalia Arnaldo Eijsink, CEO da Agropecuária Jacarezinho.</p>
<h2><strong>Maior vendedor de touros do Brasil e mundial </strong></h2>
<p>“Nunca vi em outro lugar uma propriedade que vendesse tantos touros zebuínos”, observa William Koury Filho, proprietário da BrasilcomZ, responsável por levantar os dados do TOP 100 junto aos criadores de gado zebuíno. Ele já passou por países como Paraguai, Colômbia, Bolívia, México, Panamá e Estados Unidos.</p>
<p>Nem mesmo na Índia, berço do zebu, tem-se notícia. De acordo com dados divulgados pelo <em>Seed Stock</em>, ranking norte-americano da <em>Beef Magazine</em>, que inspirou o TOP 100 brasileiro, há criatórios de gado taurino que superaram essa marca.</p>
<p>Entretanto, com os planos estipulados pela Agropecuária Jacarezinho, pode se tornar o maior vendedor de touros do mundo em mais alguns anos, mesmo considerando os líderes do <em>Seed Stock</em>. A título de informação, os bovinos são separados em duas subespécies: taurinos e zebuínos.</p>
<p>A Agropecuária Jacarezinho está presente no Mato Grosso do Sul, com as fazendas Novo Horizonte (Coxim) e São Sebastião (Corumbá); no Mato Grosso, fica a São Marcelo (com unidades em Juruena e Tangará da Serra) e a Bahia abriga a Nova Terra, no município de Wanderley e Cotegipe. A base do plantel é formada por mais de 40 mil fêmeas selecionadas e também projeta a produção de 15 mil embriões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li>Mais podem ser obtidas no site <a href="http://www.agrojacarezinho.com.br">agrojacarezinho.com.br</a> ou Instagram @agrojacarezinho</li>
</ul>
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		<title>Vendedor de touros tem de ser um encantador de pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 20:44:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil detém o maior rebanho bovino do mundo, com cerca de 218,2 milhões de cabeças (IBGE 2021) e se mantém protagonista na produção mundial de carne vermelha, com 9,3 milhões de toneladas (USDA 2021), logo seria plausível supor que o comércio de touros fluiria em perfeita harmonia. De certa forma, sim. Ocorre que ainda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil detém o maior rebanho bovino do mundo, com cerca de 218,2 milhões de cabeças (IBGE 2021) e se mantém protagonista na produção mundial de carne vermelha, com 9,3 milhões de toneladas (USDA 2021), logo seria plausível supor que o comércio de touros fluiria em perfeita harmonia. De certa forma, sim. Ocorre que ainda falamos de uma pecuária com baixos índices de produtividade, onde o melhoramento genético é a principal ferramenta para reverter tal cenário.</p>
<p>Porém, o pecuarista de gado de corte ainda reluta muito em aceitar o uso de touros melhoradores. A utilização dos chamados “bois de boiada” na cobertura de vacadas em regime extensivo ainda prevalece. Para se ter uma ideia, especialistas estimam que todos os anos o setor necessite de 550 mil novos touros entrando em reprodução; no entanto, somadas todas as ofertas de rebanhos melhorados, elas não chegam a 80 mil.</p>
<p>É neste contexto que o novo gerente Comercial da Agropecuária Jacarezinho, Lucas Roberto Barros Motta ou “Lucas Motta”, como é conhecido, entende seu novo desafio. “Encarar um cargo como este, na empresa líder em vendas de touros no Brasil – foram 2,1 mil em 2021 – me deixa orgulhoso e, ao mesmo tempo, motivado. Preciso ultrapassar o óbvio e ser excelente nas minhas atribuições. Um executivo de negócios da Jacarezinho não pode ser apenas um vendedor de touros, ele tem de ser um encantador de pessoas”, define.</p>
<p>Motta, zootecnista formado pelas Faculdades Associadas de Uberaba (FAZU/MG), refere-se justamente à conjuntura de mercado, no que diz respeito ao trabalho de demonstrar aos potenciais usuários de touros o que significa, em termos de incremento à produtividade e lucro, introduzir animais comprovadamente melhoradores no rebanho. “É necessário mostrar na ponta do lápis a evolução dos resultados dentro das fazendas”, explica o novo gerente Comercial da Agropecuária Jacarezinho.</p>
<p>O executivo tem no currículo a supervisão Comercial da Matsuda Nutrição Animal, a gerência de fazenda no estado do Tocantins e ainda uma passagem como supervisor comercial na própria Jacarezinho, em 2020 e 2021. “Foi frutífero o período em que prospectei uma série de clientes na região em que atuava, nos estados do Pará e Tocantins. Também tive a oportunidade de conhecer pessoas por todo o Brasil, em função do pós-venda que realizamos, mostrando o trabalho técnico conduzido pela Jacarezinho”, conclui Motta.</p>
<h2><strong>Tradição no melhoramento de touros </strong></h2>
<p>A Agropecuária Jacarezinho é a maior vendedora de touros do Brasil, com mais de 2 mil animais comercializados por ano e projeta chegar a 5 mil nos próximos anos. Possui propriedades na Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que primam por produzir animais com grande precocidade e produtivos em regime de pasto, no menor intervalo de tempo possível.</p>
<p>Todos os seus reprodutores comercializados são genotipados, o que aumenta as garantias de retorno do investimento e a acurácia de suas DEPs (Diferenças Esperadas na Progênie). O rebanho é avaliado pela CIA de Melhoramentos, um dos mais conceituados programas de avaliação genética do País. Isso significa que os touros oferecem um pacote tecnológico com dezenas de mensurações genéticas e de qualidade de carne, resultado de 29 anos de seleção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja mais sobre a propriedade em <a href="http://www.agropecuariajacarezinho.com.br">www.agrojacarezinho.com.br</a> ou Instagram @agrojacarezinho</p>
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		<title>Momento da pecuária favorece parcerias de engorda</title>
		<link>https://pecpress.com.br/momento-da-pecuaria-favorece-parcerias-de-engorda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 20:24:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[confinamento]]></category>
		<category><![CDATA[engorda de bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[MFG Agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para entender os riscos e as grandes oportunidades na atual conjuntura, como as parcerias de engorda no sistema intensivo de engorda de bovinos no Brasil, pecuaristas e investidores estarão reunidos em um dia de campo promovido pela MFG Agropecuária, na unidade de Mineiros, no interior do estado de Goiás, no próximo dia 28 de maio. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Para entender os riscos e as grandes oportunidades na atual conjuntura, como as parcerias de engorda no sistema intensivo de engorda de bovinos no Brasil, pecuaristas e investidores estarão reunidos em um dia de campo promovido pela MFG Agropecuária, na unidade de Mineiros, no interior do estado de Goiás, no próximo dia 28 de maio. O evento contará com um time de especialistas de peso para trazer luz à questão.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre os palestrantes convidados, o analista Alcides de Moura Torres, diretor da Scot Consultoria, destaca que é necessário observar as movimentações da macroeconomia, abalada pela pandemia, câmbio, inflação e guerra entre Rússia e Ucrânia. “Elaborar tendências, nesse momento, deve partir da visão de que pequenas e médias estruturas estarão confinando menos em 2022, assim como já aconteceu no ano passado”, prevê.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ocorre que uma série de fatores inibem os pequenos e médios confinadores a investir na operação. Uma delas é o alto custo dos insumos, além do dólar “nervoso&#8221;, do consumo interno limitado, frente à economia brasileira, com perda de poder aquisitivo dos trabalhadores, e às demandas crescentes do mercado internacional. Na verdade, falamos de uma balança difícil de equilibrar, mas uma grande oportunidade de mercado.</p>
<p style="font-weight: 400;">Apesar da situação ser semelhante à de 2021, é importante reforçar que um levantamento realizado recentemente por uma importante indústria de nutrição animal do País, em parceria com o Cepea/USP, apontou um crescimento de 2% no número de cabeças confinadas no período. Trocando em miúdos, mesmo os pequenos e médios pecuaristas conseguirão confinar, principalmente com ajuda dos sistemas de parcerias de engorda.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Embora seja preciso avaliar caso a caso, predominantemente, os criadores necessitam desovar sua produção e liberar a sequente pressão anual sobre as pastagens no período seco. Logo, esses rebanhos, para continuarem operando na ponta de sua produtividade, serão direcionados para as estruturas mais bem preparadas de confinamento; aquelas com maior poder de negociação sobre uma série de exigências”, avalia Vanderlei Finger, gerente geral de Compra de Gado da MFG Agropecuária, um especialista que percebe um mercado crescente e bom pagador pela boa carne: &#8211; “O pecuarista não vai trabalhar seu caixa com um produto desvalorizado”!</p>
<p style="font-weight: 400;">Vantagens econômicas na operação são alguns dos benefícios gerados ao se aproveitar da escala dos confinamentos de grande porte. Por este motivo, eles surgem como reflexo da profissionalização do setor e da importância do seu papel na produção eficiente de proteína vermelha. No Brasil, essa tendência vem se confirmando ano a ano.</p>
<p style="font-weight: 400;">“De 2019 para 2021, nós quase triplicamos o número de animais confinados e devemos inaugurar pelo menos mais uma unidade em 2022. Com isso, esperamos fechar o ano com 270 mil cabeças confinadas”, estima Finger. Outra boa notícia para o primeiro ciclo de confinamento é o preço do bezerro caindo nos últimos dois meses, facilitando a reposição do rebanho.</p>
<h2 style="font-weight: 400;"><strong>Programação do dia de campo</strong></h2>
<p style="font-weight: 400;">Logo na abertura, o anfitrião Arnaldo Eijsink, CEO da MFG e da Agropecuária Jacarezinho, dará boas-vindas. Na sequência, Alcides Torres, entra com sua palestra “Rumo do confinamento e da pecuária brasileira em 2022. Depois será a vez de Kellen Severo, jornalista especializada em agronegócio e apresentadora da Jovem Pan News, tratar da “Economia e agronegócios: o que vem por aí”?</p>
<p style="font-weight: 400;">Vanderlei Finger terá a oportunidade de apresentar as “Modalidades de parcerias e condições comerciais”, para os interessados em integrar o sistema exclusivo, proposto pela MFG. Já André Campanini e Júlia Monteiro Cunha, gerente técnico e veterinária da agropecuária, respectivamente, encerrarão a programação técnica com dinâmicas de campo. Uma das grandes atrações do evento será a apresentação da genética selecionada pela Agropecuária Jacarezinho (AJ), trabalhada há quase três décadas com foco em oferecer reprodutores Nelore CEIP de alta performance.</p>
<p style="font-weight: 400;">O criatório é o principal provedor de touros do Brasil, com mais de 2 mil cabeças comercializadas em 2021. Os visitantes ainda terão a oportunidade de conhecer os produtos Organics e a própria estrutura da MFG.</p>
<h2 style="font-weight: 400;"><strong>Crescimento acelerado das parcerias de engorda</strong></h2>
<p style="font-weight: 400;">Com estruturas instaladas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e prestes a inaugurar unidade no Rio Grande do Sul, a MFG Agropecuária confinou, em 2019, 78,6 mil bovinos, número que, em 2021, superou os 220 mil. A empresa espera terminar o ano com 270 mil cabeças no cocho e projeta 350 mil para 2023.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em média, 85% desses animais pertencem a pecuaristas parceiros. O sistema permite aliviar as pastagens, aumentar a taxa de lotação anual das propriedades, incrementar a taxa de desfrute, melhorar o fluxo de caixa, antecipar receitas, produzir mais arrobas por hectare, otimizar a recria, reduzir custo operacional e fugir do efeito “boi sanfona”.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Estamos propondo ser uma extensão da fazenda dos nossos parceiros, em uma espécie de simbiose virtuosa e produtiva, na qual buscamos melhorar a rentabilidade dos pecuaristas, assumindo a terminação de seus animais”, conclui o gerente geral de Compra de Gado da MFG.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li><strong><em>Acesse o site www.mfgagropecuaria.com.br</em></strong></li>
</ul>
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		<title>Marketplace do agronegócio brasileiro: conheça o pioneiro</title>
		<link>https://pecpress.com.br/marketplace-do-agronegocio-brasileiro-conheca-o-pioneiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 20:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[marketplace do agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[MF Rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É como reza o ditado: “nos momentos difíceis é que surgem as melhores oportunidades”. E foi exatamente em um momento conturbado de sua vida que um médico-veterinário visionário conseguiu dar a volta por cima ao lançar, em 2004, o primeiro e maio marketplace do agronegócio brasileiro: o MF Rural, plataforma que movimentou mais de R$ [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">É como reza o ditado: “nos momentos difíceis é que surgem as melhores oportunidades”. E foi exatamente em um momento conturbado de sua vida que um médico-veterinário visionário conseguiu dar a volta por cima ao lançar, em 2004, o primeiro e maio <em>marketplace </em>do agronegócio brasileiro: o MF Rural, plataforma que movimentou mais de R$ 5 bilhões em negócios declarados no ano passado.</p>
<p style="font-weight: 400;">Essa história começou na década de 1990, quando o empresário Wilson Oslis Sanches Lucas, hoje com 72 anos, matutou a ideia de construir um “local” onde os produtores rurais pudessem suprir, de uma só vez, todas as suas demandas por insumos, maquinários, implementos e demais produtos e serviços necessários no agronegócio.</p>
<p style="font-weight: 400;">As lojas agropecuárias físicas, que até hoje funcionam como um ponto de encontro para os produtores, cumpriram a função até certo nível. No caso de produtos específicos, ainda era preciso se deslocar até as concessionárias ou outros locais, além de perder horas folheando classificados e cotando preços por telefone. “Além de ser algo cansativo, tempo é uma coisa que o produtor rural não tem. Atrasos no calendário representam perdas significativas na propriedade”, ressalta doutor Wilson Lucas.</p>
<p style="font-weight: 400;">E foi durante uma de suas viagens internacionais, quando ainda administrava fazendas e representava clientes em transações envolvendo aquisições de animais melhoradores pelo mundo, que seus planos para criar o primeiro marketplace do agronegócio brasileiro ganharam forma. Diferente das feiras agropecuárias, onde toda a estrutura é desfeita em até duas semanas ao término dos eventos, ele conheceu, no Canadá, um espaço que reunia diversas empresas com visitação permanente, algo semelhante ao que desejava implantar no País.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já em solo tupiniquim, vislumbrado com tudo que tinha visto, pesquisou terrenos, conversou com diretores de empresas e cooperativas sobre sua determinação em construir uma representação comercial física que reunisse todas as soluções necessárias ao agronegócio num único lugar. Uma observação interessante: daí que surgiu o nome da empresa, MF Rural, acrônimo de Mercado Físico Rural. Mesmo após quase duas décadas de consolidação no mercado, poucos têm conhecimento desta informação.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na época, doutor Wilson colocou em prática o sonho de ter seu próprio empreendimento, investindo na compra de um laticínio em 1996. O negócio era promissor e se expandiu rapidamente, com vendas dos produtos em diversos estabelecimentos. Porém, teve de ser encerrado três anos depois, em decorrência de uma reintegração de posse ocasionada por desacordos comerciais.</p>
<p style="font-weight: 400;">O MF Rural seria iniciado justamente nesse período, mas permaneceu “engavetado” por algum tempo, com o doutor Wilson retornando à prestação de serviços. Já os filhos passaram a se dedicar exclusivamente aos estudos, inclusive, aqueles que haviam trancado matrícula no curso de Medicina Veterinária para trabalhar no laticínio. “Nunca teria criado o primeiro <em>marketplace</em> do agronegócio brasileiro se não tivesse perdido o laticínio. Coisas boas e ruins acontecem em nossas vidas, a direção tomada depende da forma como lidamos com elas”, revela o empresário.</p>
<h2 style="font-weight: 400;"><strong>Do físico ao digital</strong></h2>
<p style="font-weight: 400;">Em 2004, após a graduação, foi atribuída a um dos filhos a responsabilidade em desenvolver o projeto, só que agora em uma versão digital. Com a Internet se popularizando, crescia também o sentimento de superar as limitações impostas ao varejo físico.</p>
<p style="font-weight: 400;">Poucos dominavam a linguagem de programação condizente com a necessidade e a primeira dificuldade foi desenvolver a plataforma, que deveria ser simples, intuitiva e de fácil navegação. Com ajuda do empresário e pecuarista Paulo Miranda, dono de uma empresa de Internet, e também dos filhos Eduardo e Gabriel, o projeto, enfim, ganhou a tela dos computadores.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Dei três cheques de R$ 2.000,00 para criar a plataforma e tentei convencer muitas pessoas a embarcar conosco nesse projeto, mas ninguém se interessou. Nosso objetivo era facilitar a vida do produtor rural, mas sabíamos que a receita viria como consequência de um trabalho bem feito”, relembra o fundador.</p>
<p style="font-weight: 400;">A captação de anúncios foi o segundo desafio a ser superado. No começo, eram gratuitos, mediante o pagamento de uma pequena comissão de vendas, mas os famosos “canos” tornaram-se recorrentes. Poucos acreditavam no potencial do negócio, pela inserção em um mundo praticamente desconhecido, sem contar as limitações de conectividade que existiam na época.</p>
<p style="font-weight: 400;">O crescimento do MF Rural foi só uma questão de tempo. Com a participação dos seis filhos de Wilson (Ricardo, Renato, Roberto, Rafael, Rogério e Rodrigo) e o apoio de sua esposa Ana, o negócio ganhou consistência, cada um contribuindo com soluções customizadas e inovadoras. Assim, novos negócios foram gerados, como exemplo a MF Leilões, pioneira na transmissão de leilões rurais pela Internet, e a plataforma de pagamentos <em>online</em> MF Pago.</p>
<h2 style="font-weight: 400;"><strong>Potência entre os marketplaces do agronegócio</strong></h2>
<p style="font-weight: 400;">Além da história de pioneirismo, o MF Rural é líder no segmento em território nacional, com mais de 600 mil produtos já anunciados, quantidade equivalente a 7,6 vezes a capacidade do Maracanã ou toda a população da cidade de Aparecida de Goiânia (GO). Recebe mais de 2 milhões de acessos únicos mensais, em média, e movimentou, só no ano passado, mais de R$ 5 bilhões em negócios transacionados, 61% a mais que em 2020.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na plataforma, encontra-se praticamente tudo que seja necessário no campo, de semente e mudas a colheitadeiras, imóveis rurais e aeronaves. É possível contratar até mesmo serviços especializados, mão de obra qualificada, negociar a produção ou acessar opções de crédito rural oferecidas por várias empresas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li><strong><em>Visite</em><em> </em><em>https://www.mfrural.com.br/</em></strong></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://pecpress.com.br/?s=mf+rural">=&gt; Busque mais releases da MF Rural aqui.</a></p>
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		<title>Suínos têm primeiro leilão transmitido pela Internet brasileira</title>
		<link>https://pecpress.com.br/suinos-tem-primeiro-leilao-transmitido-pela-internet/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2022 20:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
		<category><![CDATA[MF Rural]]></category>
		<category><![CDATA[suinocultura]]></category>
		<category><![CDATA[suinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A MF Leilões comemora o desempenho do primeiro leilão de suínos com transmissão pela Internet, ocorrido recentemente, com promoção da granja Biriba’s – Genética de Suínos, sediada em Cascavel (PR). Destaque para um reprodutor da raça Duroc arrematado por um criador piauiense pelo valor de R$ 8,4 mil. Cerca de 20 criadores disputaram os 42 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A MF Leilões comemora o desempenho do primeiro leilão de suínos com transmissão pela Internet, ocorrido recentemente, com promoção da granja Biriba’s – Genética de Suínos, sediada em Cascavel (PR). Destaque para um reprodutor da raça Duroc arrematado por um criador piauiense pelo valor de R$ 8,4 mil.</p>
<p>Cerca de 20 criadores disputaram os 42 lotes disponíveis, entre raças puras e híbridas, mostrando a força da suinocultura no Brasil. Segundo Roberto Lucas, CEO da MF Leilões, responsável pela organização do remate e pela transmissão online, o desempenho alcançado é mais uma prova de que o produtor está cada vez mais conectado.</p>
<p>Durante o inédito remate, foram computados lances de vários estados, com destaque a São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Ceará, Alagoas, Piauí e Pernambuco. “A transmissão de leilões pela Internet vem caindo no gosto do pecuarista, que vem aprendendo a utilizar todo o potencial desta importante ferramenta nos últimos anos”, avalia o CEO da MF Leilões.</p>
<p>A empresa comemora 12 anos de atuação neste ano, sendo pioneira no setor. Só no ano passado, 92 leilões ocorreram através da plataforma. “Atuamos em todos os lugares, prestigiando todos os produtores sem distinção”, complementa o executivo.</p>
<p>A audiência gerada tanto no pré-lance quanto na transmissão confirmou que está aquecida a demanda por genética superior, principalmente em virtude da maior preocupação em melhorar a qualidade da carne suína, mesmo diante de cenários atípicos.</p>
<p>“Muitos dos investidores do remate foram pequenos e médios suinocultores que direcionam produção a boutiques de carnes, charcutarias, churrascarias, supermercados e redes de <em>fast-food”, </em>relata Luiz Roberto Genz Miotto, um dos diretores da granja Biriba’s – Genética Suína, promotora do leilão que contratou a MF Leilões para fazer a transmissão nacional.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><strong>Leilão de suínos ofertou genética</strong></h2>
<p>Em parceria com o geneticista <em>Renato</em> Irgang, um dos mais renomados especialistas da suinocultura brasileira, a granja Biriba’s – Genética Suína realiza um programa de melhoramento genético inédito na atividade.</p>
<p>Associado às provas de ultrassonografia de carcaça, índices zootécnicos mais precisos permitem disponibilizar ao mercado reprodutores e matrizes de alta performance e maior volume de leitões nascidos vivos, além da redução da espessura de gordura no toucinho, maior conversão alimentar e melhora da qualidade de carne.</p>
<p>Com um plantel de 750 matrizes de raças puras (Landrace Large White, Duroc, Pietrain, Moura) e híbridas (BM 500, BSP 450, BP 400 e BS 101), cerca de 40% da produção anual da propriedade é apartada para ser comercializada como reprodutores e matrizes.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<li><strong><em>Mais informações em</em></strong> <a href="http://www.mfrural.com.br"><em>mfrural.com.br</em></a></li>
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		<title>Meio-sangue Angus: Sem nutrição adequada, não tem carne premium</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adilson - Pec Press]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jan 2022 23:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Releases]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de carne de premium de meio-sangue Angus no Brasil aumentou 20% nos últimos dez anos, tendência também observada nas exportações. Segundo informações do programa Carne Angus Certificada, os embarques cresceram 21%, com quase 693 toneladas de equivalente-carcaça. E quando se trata de carne de qualidade, a principal raça utilizada, hoje, é o Aberdeen [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de carne de premium de meio-sangue Angus no Brasil aumentou 20% nos últimos dez anos, tendência também observada nas exportações. Segundo informações do programa Carne Angus Certificada, os embarques cresceram 21%, com quase 693 toneladas de equivalente-carcaça.</p>
<p>E quando se trata de carne de qualidade, a principal raça utilizada, hoje, é o Aberdeen Angus, taurino de origem britânica reconhecido por imprimir maior marmoreio &#8211; aquela gordura entremeada responsável por proporcionar sabor, suculência e maciez na carne.</p>
<p>O problema é que essa raça não é adaptada ao clima tropical brasileiro, por isso a solução encontrada pelos pecuaristas é fazer o cruzamento industrial com o zebuíno Nelore, que é mais rústico e representa 80% do rebanho bovino nacional, formando a composição meio-sangue Angus X Nelore.</p>
<p>Esse “casamento por interesse”, como brincam os pecuaristas adeptos desse cruzamento, tornou-se um sucesso porque viabiliza a produção de cortes <em>premium</em> em grande escala para saciar o apetite de uma gama de consumidores exigentes que não para de crescer dentro e fora do País.</p>
<p>Porém, um plano nutricional deve ser bem conduzido para garantir a máxima produtividade, precocidade e rentabilidade dos animais. O doutor em Zootecnia e supervisor técnico comercial da Agrocria Nutrição Animal no estado de Goiás, Flávio Henrique Vidal Azevedo, explica que o objetivo deve ser o ganho de 21@ para machos com até dois dentes (idade entre 18 e 28 meses) e 16@ para fêmeas até 4 dentes (idade entre 24 a 31 meses).</p>
<p>“Tratando de um novilho, a meta é que ele ganhe 7@ na desmama, 7@ na recria e outras 7@ durante a fase de engorda”, resume Flávio Henrique. O investimento compensa. Com base na cotação da arroba no valor de R$ 300,00, a premiação dos frigoríficos para um garrote de 21@ pode variar entre R$ 315 e R$ 945,00 a mais por cabeça, dependo do grau de sangue Angus envolvido no acasalamento.</p>
<h2></h2>
<h2><strong>Metas nos ciclos do meio-sangue Angus<br />
</strong></h2>
<p>Para chegar naquele peso de carcaça, é imprescindível uma desmama entre 220 e 240 kg nos machos e de 210 a 230 kg nas fêmeas, aos 240 dias, então, o especialista recomenda o uso de <em>creep-feeding</em> ou <em>creep-grazing</em>. Igual cuidado deve ser tomado na recria, pelo fato dos bezerros serem, normalmente, desmamados na estação seca do ano, quando o capim perde qualidade.</p>
<p>Na recria, a meta são mais 7@, entre 330 e 360 dias, resultado que pode ser alcançado em três etapas. Nos primeiros 150 dias pós-desmame, o animal precisa ganhar 1,75@. Isso é conseguido com o fornecimento de suplemento proteico-energético, como o Protene, na ordem de 0,3 a 0,5% do peso vivo.</p>
<p>A próxima etapa ocorre já no período chuvoso e visa, em 120 dias, o ganho de 3,8@ com ajuste do pasto e o fornecimento 0,1 a 0,15% do peso vivo de um bom suplemento proteico ou até mesmo de um sal mineral aditivado adensado (consumo de 0,05% do peso vivo).</p>
<p>Os 60 dias finais da fase de recria marcam a terceira etapa, quando ocorre a transição de estação, onde, apesar de verde, o capim já florou, perdendo valor nutricional. Neste momento, o doutor em Zootecnia sugere entrar com um proteico-energético (0,3% do peso vivo) para obtenção da 1,5@ restante. A recria é um ótimo momento para diluir o ágio pago nos bezerros adquiridos de terceiros, pois é quando os animais apresentam máxima eficiência alimentar.</p>
<p>“É comum haver negligência na fase de recria porque existe uma cultura errada de que é possível recuperar peso na engorda intensiva, no entanto, se a recria não atinge a meta de 7@ em 330 ou 360 dias, fica difícil gerar o retorno econômico desejado”, adverte o doutor em Zootecnia e supervisor técnico comercial da Agrocria.</p>
<p>Por fim, na engorda, o objetivo é imprimir as 7@ finais em apenas 90 a 120 dias, com acabamento de carcaça mínimo de 3mm de gordura. Atualmente, as técnicas mais populares na terminação são a TIP (Terminação Intensiva a Pasto) e o confinamento com grão inteiro de milho.</p>
<h2></h2>
<h2><strong>Protocolos de engorda do meio-sangue Angus</strong></h2>
<p>Na TIP, o consumo de concentrado varia de 1,8 a 2% do peso vivo do animal e o restante da dieta é pasto. As principais desvantagens resumem-se à escassez de capim de qualidade na estação seca e a logística necessária no preparo e transporte do concentrado até o cocho ou, ainda, a compra de ração pronta, elevando os custos de produção.</p>
<p>O confinamento com grão inteiro, também chamado de alto grão, é uma tecnologia interessante pela facilidade de implementação. Sucesso nos Estados Unidos desde a década de 1970, ela foi adaptada para uso com o milho brasileiro em 2009, por meio da Agrocria, em parceria técnica com a Universidade Federal de Goiás (UFG).</p>
<p>Após uma adaptação de 16 dias, que pode ser feita com pasto ou qualquer outro volumoso, basta fornecer direto no cocho na proporção de 85% de milho grão inteiro e 15% do suplemento Engordin Grão inteiro 38, numa quantidade que varia de 2 a 2,3% do peso vivo.</p>
<p>“A principal vantagem é que essa é uma dieta de oportunidade. Ela permite rapidez da tomada de decisão e ganhos de carcaça similares aos obtidos no confinamento convencional”, afirma Flávio Henrique.</p>
<p>Segundo ele, a desvantagem é que está sujeita às oscilações na cotação do grão, mas tanto ela quanto a TIP são capazes de garantir mais de 1kg de carcaça/dia e entregar cobertura de gordura superior a 3 mm.</p>
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<ul>
<li>Conheça mais sobre a linha de confinamento da Agrocria neste link:</li>
</ul>
<p><a href="https://www.agrocria.com.br/produtos/bovinos-corte/confinamento">https://www.agrocria.com.br/produtos/bovinos-corte/confinamento</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://pecpress.com.br/?s=agrocria" target="_blank" rel="noopener">Caso queira ver mais releases da Agrocria, clique aqui.</a></p>
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